Quando é necessário ter um gerador no condomínio.

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Em tempos de instabilidade de energia elétrica, o síndico se encontra em tomar uma das decisões mais estratégicas — e que costuma gerar muitas dúvidas em assembleia — sobre a necessidade de um gerador de energia no condomínio. Trata-se de um investimento relevante, mas que pode fazer toda a diferença em conforto, segurança e valorização do patrimônio. Quando é necessário ter um gerador no condomínio?

Vamos ver no artigo abaixo a questão de benefícios, desvantagens e investimento.

Quando é necessário ter um gerador?

O gerador se torna imprescindível em condomínios que sofrem com quedas frequentes de energia, regiões com infraestrutura elétrica instável ou em prédios com muitos equipamentos essenciais que não podem parar. 

Prédios com elevadores, bombas de água, portarias eletrônicas, sistemas de segurança e até home offices passaram a enxergar o gerador não mais como luxo, porém uma necessidade. 

Em prédios altos, a falta de energia pode impedir o uso de elevadores e o abastecimento de água, causando transtornos sérios aos moradores.

Para que serve o gerador?

O gerador tem como principal função garantir o fornecimento de energia elétrica em casos de queda da rede pública. 

Ele pode alimentar áreas comuns, como elevadores (normalmente um por vez), iluminação de emergência, portaria, interfones, câmeras, portões, bombas hidráulicas e, em algumas situações, unidades privativas previamente definidas. 

Seu objetivo não é substituir 100% a energia da concessionária, mas assegurar o funcionamento mínimo do condomínio, preservando segurança e habitabilidade.

Vantagens do gerador no condomínio

Entre as grandes vantagens estão a segurança, conforto e valorização. 

Na segurança, sistemas de controle de acesso, iluminação e monitoramento continuam operando mesmo durante apagões. 

O conforto é outro ponto forte, já que moradores não ficam completamente no escuro ou presos em elevadores. 

O gerador também contribui para a valorização do imóvel sendo um diferencial importante no mercado imobiliário. 

Além disso, reduz conflitos internos e reclamações em períodos de falta de energia, trazendo mais tranquilidade à gestão condominial.

Desvantagens e pontos de atenção

Por outro lado, existem desvantagens que precisam ser consideradas. 

O alto custo inicial é a principal delas, incluindo compra do equipamento, obras de instalação e adequações técnicas. 

Há também os custos de manutenção, testes periódicos, consumo de combustível (diesel ou gás) e necessidade de mão de obra especializada. 

O gerador ocupa espaço físico e pode gerar ruído, exigindo isolamento acústico adequado para não incomodar os moradores. 

Outro ponto importante é o cumprimento das normas ambientais e de segurança, especialmente quanto ao armazenamento de combustível.

Como é a instalação do gerador?

A instalação de um gerador exige um projeto técnico detalhado, elaborado por engenheiro habilitado. 

É preciso definir a carga que será atendida, o local de instalação, o tipo de combustível, sistema de exaustão, ventilação, isolamento acústico e integração com o quadro elétrico do condomínio. 

Também é fundamental atender às normas do Corpo de Bombeiros, concessionária de energia e legislações municipais. 

A instalação deve ser feita por empresa especializada, garantindo segurança e eficiência.

Planejamento: a chave do sucesso

Antes de qualquer decisão, o síndico e a administradora devem realizar um planejamento criterioso. 

Isso inclui levantamento das reais necessidades do condomínio, definição do que será atendido pelo gerador, consulta a profissionais técnicos, solicitação de orçamentos e apresentação clara das informações em assembleia. 

O tema deve ser discutido com transparência, incluindo prazos, impactos na taxa condominial e responsabilidades futuras.

Custos envolvidos

Os custos variam conforme a potência do gerador e o porte do condomínio. 

Em média, o investimento pode variar de dezenas a centenas de milhares de reais, considerando equipamento, obras civis, instalação elétrica, projetos e licenças.

Da mesma forma, como falado anteriormente, deve-se prever custos contínuos com manutenção preventiva testes mensais, combustível e eventuais reparos.

Em resumo, o gerador é uma solução que traz segurança, conforto e valorização, contudo exige planejamento, responsabilidade e visão de longo prazo. 

No momento em que está bem dimensionado e bem gerido, ele deixa de ser um gasto e passa a ser um investimento estratégico para o condomínio.

E a Verti está sempre atualizada neste assunto, pois logo que o cliente pensa nesse empreendimento, estamos prontos para atende-lo de forma objetiva e eficiente.