Como utilizar a inteligência emocional na gestão do síndico

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Suponha uma tarde chuvosa! A moça do apartamento 22 foi discutir com o porteiro o porquê de ele não abrir o portão da garagem para ela entrar com as sacolas de compras do supermercado. Lidar de maneira neutra e equilibrada, com reclamações equivocadas, maçantes, assim como coerentes, requer muito da inteligência emocional.

Isso sem contar com negociações com fornecedores, funcionários e prestadores de serviços, como aquela fatura do elevador que vem com uma conta altíssima por peças que custam 40% a menos, se fôssemos comprar direto com o fabricante.

Outro exemplo, o morador do sexto andar chama o síndico no estacionamento para reclamar da cobertura que não tem na vaga dele (mais uma vez…).

Tratar com pessoas de diferentes níveis de temperamentos e de diversas classes sociais requer habilidades específicas, entre elas a gestão de pessoas e a inteligência emocional.

Mas, por que a inteligência emocional é tão importante a favor de quem administra um condomínio? Será que o síndico já pensou nisso? Confira na matéria abaixo.

O que é a inteligência emocional?

Inteligência emocional é a habilidade de administrar positivamente suas próprias emoções e sentimentos mediante cenários diferentes. Além de perceber e analisar a emoção das outras pessoas com o objetivo de um desfecho, temporário ou definitivo, para aquela reclamação estressada.

Não é questão de competência intelectual, mas conforme o próprio nome diz, emocional. É você interagir e se comunicar de forma empática, segura e eficaz.

É a aptidão de ajudar as pessoas a agirem (ou reagirem) de maneira ponderada e coesa.

Quais as vantagens de usar a inteligência emocional?

Esse talento, traz no dia a dia as seguintes vantagens:

  • Foco na problemática do caso;
  • Prudência nas tomadas de decisões;
  • Equilíbrio diante de um ataque insano;
  • Consciência das emoções que sentimos;
  • Tranquilidade para explicar a melhor solução;
  • Resiliência para situações de medo, ansiedade e insegurança.

Tudo isso, fora a questão da autoresponsabilidade e da rápida resolução do impasse a ser deliberado.

Como a inteligência emocional ajuda o síndico?

Vimos acima de que modo a inteligência emocional pode nos ajudar, no nosso dia a dia, em várias situações.

Para o síndico, desenvolver essas aptidões é fundamental. Ele convive com moradores e famílias de diversos níveis sociais e culturais.

A grande dificuldade – por anos de experiência na gestão de condomínios – está na falta de empatia e coletividade. São poucos os condomínios em que há uma conscientização em massa a respeito da coletividade.

E é sobre isto que o síndico deve pensar, em desempenhar uma função voltada para coletividade. Focando-se neste aspecto, ele terá a energia positiva capaz de suportar muitos desafios e contra argumentar reclamações.

Querendo ou não, sempre haverá uma pressão, uma reclamação, uma emergência de manutenção ou, dependendo do caso, falta de funcionário, e, mais uma vez, manter-se calmo e focar na solução é a melhor atitude a se fazer.

O uso da inteligência emocional gera um equilíbrio entre sua vida social, familiar e condominial.

Como fortalecer a inteligência emocional?

Para você, que é síndico, reconhecer seu papel de liderança e sua importância como gestor é fundamental.

Ter um autoconhecimento, também, é uma prerrogativa para a função.

Sugerimos avaliar e prosperar em alguns aspectos, como:

  • Colher os feedbacks;
  • Ter a capacidade de ouvir;
  • Dar atenção aos condôminos;
  • Melhorar seu comportamento.

Há no mercado muitos estudos sobre o tema e cursos. O essencial de tudo isso é você querer mudar de forma verdadeira.

Usando a inteligência emocional nas assembleias

Um outro exemplo para usar esta habilidade é mediante uma assembleia em que aparecem moradores de todos os perfis: não só os interessados, mas os curiosos e aqueles que querem por “fogo no parquinho”.

Tensão, discussões, julgamentos e estresses desnecessários são pitadas do que ocorrem num evento assim, fora as responsabilidades e rotinas financeiras a serem demonstradas.

O síndico deve estar calmo, com um olhar atencioso, observador com intenção de dialogar e não discutir. Uma tomada de decisão por conta da emoção e pressão pode piorar tal situação.

Apresentar alternativas para reflexão prestes a acalmar os ânimos pode ajudar no controle do ambiente. Só o conhecimento técnico não será o suficiente para envolver todo o conjunto (físico, emocional, racional) naquele momento.

Por todo o exposto, podemos compreender porque a inteligência emocional é uma habilidade importante na gestão de um condomínio.

A maior competência é a de ouvir, criar uma conexão e direcionar a reclamação para uma situação de análise e a promessa de uma resposta em um tempo curto.

E claro, o síndico não está sozinho, uma boa administradora acompanha todo esse processo dando um suporte para ele absorver o assunto e tomar uma decisão firme e segura.

E a Verti tem este perfil. Está sempre com o síndico oferecendo todo o suporte necessário para que ele trabalhe de forma otimizada, segura e eficiente sem abrir mão de sua qualidade de vida.

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