A importância do presidente da mesa em uma assembleia

Quem já não presenciou discussões calorosas, certa falta de respeito e desorganização numa assembleia? Ou então, assuntos fora da pauta, desnecessários e de interesses pessoais? E de quem é a responsabilidade de manter esta ordem e disciplina? Neste artigo vamos mostrar a importância do presidente da mesa em uma assembleia.

A figura do presidente da mesa é crucial para garantir a eficácia, a ordem e o respeito ao processo democrático, seja ela numa assembleia de condomínio, associação, empresa ou órgão governamental.

Mais do que um mero mediador, o presidente da mesa desempenha um papel multifacetado, que envolve desde o gerenciamento prático da reunião até o fomento de um ambiente de participação e colaboração.

Quem pode ser presidente da mesa em uma assembleia?

A primeira coisa para dar início à assembleia é a eleição do presidente, pois ele será o condutor. A princípio, precisa ter certas habilidades pessoais como:

  • ser organizado;
  • boa comunicação;
  • ter pulso e liderança;
  • estar a par das regras;

Importante observar as determinações que a convenção estabelece sobre quem pode se candidatar a este cargo.

Qual a função do presidente da mesa?

Entre tantas tarefas, um dos papéis fundamentais do presidente da mesa é se certificar de que a reunião transcorra de maneira organizada e produtiva.

Ele é responsável por:

  • conferir procurações;
  • orientar as votações;
  • seguir a pauta estabelecida;
  • moderar debates acalorados;
  • controlar o tempo das intervenções;
  • conduzir a reunião de forma harmoniosa e
  • garantir que todos os participantes tenham a oportunidade de se expressar de forma justa e equitativa.

Essa habilidade de gerenciamento é essencial para evitar que a assembleia descarrile em discussões improdutivas ou conflitos desnecessários.

Ele deve estar familiarizado com o estatuto ou regulamento interno da organização e atestar que as decisões tomadas estejam em conformidade com essas diretrizes.

É importante que a administradora esteja junto, pois ela vai auxiliar, por exemplo, na verificação do quórum necessário para deliberações válidas, garantir que as votações sejam conduzidas de maneira justa e transparente

O presidente deve assegurar, também, que todas as decisões sejam devidamente registradas em ata.

O simbolismo do presidente da mesa

Além das responsabilidades práticas, o presidente da mesa, também, exerce um papel simbólico e representativo.

Ele é muitas vezes visto como o líder da reunião, responsável por estabelecer o tom e a atmosfera do encontro.

Sua conduta, imparcialidade e capacidade de escuta ativa influenciam diretamente a percepção dos participantes sobre a legitimidade e a credibilidade do processo decisório.

Um presidente da mesa competente e justo pode inspirar confiança, promover o engajamento e fortalecer o sentimento de comunidade ou unidade entre os membros da assembleia.

Percebeu o quanto é importante essa função em uma assembleia?

O presidente da mesa desempenha um papel fundamental na promoção da participação e inclusão de todos os membros da assembleia.

Ele deve estar atento para reiterar que as vozes de minorias sejam ouvidas e respeitadas, evitando assim que grupos ou indivíduos se sintam marginalizados ou excluídos do processo decisório.

Isso requer sensibilidade, empatia e uma abordagem inclusiva que reconheça e valorize a diversidade de opiniões e perspectivas dentro da comunidade.

Por fim, a importância do presidente da mesa em uma assembleia reside na sua capacidade de facilitar um processo democrático, transparente e participativo.

Ao desempenhar suas funções com competência e integridade, ele contribui para o fortalecimento da governança e da coesão social dentro da organização.

Haverá momentos em que será necessário interromper, pedir a palavra, cessar a fala de alguém…

E o presidente que comanda a assembleia deve ter pulso firme para saber fazer esses interpostos de maneira educada e racional, sempre visando a um melhor aproveitamento do tempo.

Portanto, é essencial que os membros da assembleia reconheçam e valorizem o papel vital desempenhado pelo presidente da mesa e apoiem seus esforços para garantir que as reuniões sejam conduzidas de maneira justa, eficiente e construtiva.

A Verti tem uma assessoria especializada e de confiança no qual se torna o braço direito do síndico. O compromisso e o auxílio são constantes.

Entre em contato conosco e perceba a diferença.

Atitudes antissociais: como agir com vizinhos intolerantes e agressivos?

O comportamento antissocial é uma característica complexa da psicologia humana, muitas vezes intrigante e desafiadora de entender.

Enquanto a maioria das pessoas busca interações sociais positivas e construtivas, algumas podem adotar padrões de condutas que prejudicam o bem-estar da comunidade.

Este fenômeno pode se manifestar em várias formas, desde a falta de consideração pelos outros até a violação das normas e regulamentos estabelecidos.

Entender por que isso ocorre e de que forma lidar com tal atitude, especialmente em contextos como condomínios, é crucial para manter a harmonia e o funcionamento adequado do ambiente residencial compartilhado.

Neste artigo, vamos fazer uma reflexão do porquê há atitudes antissociais e como lidar.

Por que se comportar de forma antissocial?

O comportamento antissocial pode ser influenciado por uma variedade de fatores, tanto ambientais quanto individuais.

Entre eles destacamos:

histórico familiar;

experiências passadas;

traços de personalidade;

condições de saúde mental etc.

Estes e outros fatores podem desempenhar um papel significativo.

Por exemplo, indivíduos com tendências narcisistas ou sociopáticas são capazes de mostrar falta de empatia e consideração pelos outros, agindo de maneira egoísta e desrespeitosa.

Além disso, situações de estresse, isolamento social ou falta de habilidades de comunicação eficazes, também, contribuem para comportamentos antissociais.

Problemas com Moradores Antissociais em Condomínios

Quando um morador exibe uma atitude antissocial em um condomínio cria uma série de problemas e tensões dentro da comunidade.

Por exemplo, a falta de respeito pelos espaços comuns (áreas de lazer, corredores, elevadores) pode causar desconforto e frustração entre os vizinhos.

Ademais, violações repetidas das regras do condomínio, como barulho excessivo, estacionamento inadequado, vandalismo ou negligência com a manutenção de suas unidades, podem afetar negativamente a qualidade de vida de todos os residentes.

Além disso, o comportamento antissocial leva a conflitos interpessoais, gerando ressentimento e divisões na comunidade.

Como consequência, há um ambiente de convivência hostil e desagradável, onde os moradores se sentem desconfortáveis e inseguros em sua própria casa.

Em casos extremos, a falta de cooperação e harmonia pode até mesmo comprometer a segurança e a estabilidade do condomínio como um todo.

E o síndico deve estar atento a tudo isso, pois há punição conforme o art. 1337 do Código Civil.

Como Agir?

Lidar com um morador antissocial requer uma abordagem sensível e estratégica, com ênfase na comunicação clara, respeito mútuo e busca de soluções construtivas.

Aqui estão algumas dicas para o síndico:

  1. Estabeleça o diálogo:

O primeiro passo é tentar dialogar diretamente com o morador em questão.

Expressar preocupações de maneira respeitosa e oferecer oportunidades para que eles expressem seus próprios pontos de vista pode ajudar a promover a compreensão mútua e identificar possíveis soluções.

  1. Reforce as regras:

É importante garantir que todas as regras e regulamentos do condomínio sejam claros e amplamente comunicados a todos os moradores.

Em casos de comportamento antissocial, é crucial aplicar de forma consistente as medidas disciplinares estabelecidas, sempre com imparcialidade e justiça.

  1. Busque mediação:

Se as tentativas de resolução direta não forem bem-sucedidas, considere a mediação por um terceiro imparcial pode ser uma opção.

Um mediador treinado pode ajudar a facilitar a comunicação entre as partes envolvidas e trabalhar na busca de um acordo mutuamente aceitável.

  1. Envolva profissionais:

Em situações mais graves que envolvam violações legais ou riscos à segurança, pode ser necessário buscar assistência de profissionais especializados, como advogados ou autoridades locais.

Garantir a conformidade com a lei é fundamental para proteger os direitos e o bem-estar de todos os moradores.

  1. Promova o apoio comunitário:

Fomentar um senso de comunidade e solidariedade entre os moradores pode ajudar a mitigar conflitos e fortalecer os laços interpessoais.

Incentivar atividades colaborativas e programas de envolvimento comunitário pode criar um ambiente mais coeso e resiliente.

Em resumo, lidar com moradores antissociais em condomínios exige uma abordagem equilibrada e colaborativa, que valorize a comunicação aberta, o respeito mútuo e o compromisso com o bem-estar coletivo.

Ao enfrentar desafios dessa natureza, é essencial agir com empatia, paciência e determinação para encontrar soluções eficazes que promovam a harmonia e a convivência pacífica dentro da comunidade residencial.

A Verti tem profissionais especializados em mediação de conflitos e pode instruir você, síndico, a confrontar moradores antissociais com segurança, de forma educada e persuasiva.

Entre em contato com a gente. Você entenderá a diferença!

Muitos salões de festas e pouco uso. Como mudar o ambiente?

O salão de festas em um condomínio desempenha um papel crucial na promoção da convivência comunitária e no fortalecimento dos laços entre os moradores, porém há condomínios que tem um por torre e nem todos são usados. Muitos salões de festa e pouco uso. Como mudar o ambiente?

É o assunto de hoje em nosso blog. Leia abaixo!

Importância e benefício do salão de festas

Primeiramente, o salão de festas oferece um espaço dedicado para a realização de eventos sociais e comemorações, como festas de aniversário, confraternizações, churrascos e outros encontros entre os moradores.

Esses eventos contribuem para a integração da comunidade condominial, permitindo que os condôminos se conheçam melhor e estabeleçam relações de amizade e colaboração.

Além disso, o salão de festas também é utilizado para reuniões familiares e de amigos pelo morador/condômino. Ainda pode ter atividades recreativas, tal qual jogos de tabuleiro, aulas de dança, sessões de cinema, entre outros, proporcionando momentos de diversão e entretenimento para os moradores de todas as idades.

Sua utilidade é como um espaço multifuncional, que pode ser adaptado para diferentes tipos de eventos e necessidades.

Com uma estrutura adequada e flexível, o salão de festas não é apenas para eventos sociais, mas também para reuniões, assembleias condominiais, palestras, workshops e outras atividades de interesse da comunidade.

Apesar de tudo, se, por exemplo, o condomínio tem 3 salões de festas e nenhuma academia, brinquedoteca, sala de coworking etc., ele pode ficar abandonado e, até perdendo valor por falta de ambientes diversificados.

Como alterar a destinação?

Modificar o uso do salão de festas em um condomínio é uma decisão que requer consideração cuidadosa das vantagens e necessidades de todos os condôminos envolvidos.

É importante entender que qualquer mudança significativa no uso de áreas comuns, como o salão de festas, precisa ser feita de acordo com as leis em vigor, além das regras e regulamentos internos do condomínio.

Isso pode incluir a realização de assembleias para discutir a proposta de alteração e votar no que diz respeito a sua aprovação.

Certamente, é importante considerar a necessidade de levar o item para deliberação em assembleia, respeitando o quórum necessário para aprovar tal mudança.

Seguindo as leis

Antes, era necessário ter unanimidade para tal alteração, ou seja, todos os condôminos votassem a favor.

Agora, será preciso a aprovação de 2/3 (dois terço) dos votos.

Esta nova determinação foi aprovada em 12 de julho pela lei 14.405 de 2022.

Ela “altera a lei 10.406/02 (Código Civil), para tornar exigível, em condomínios edilícios, a aprovação de 2/3 dos votos dos condôminos para a mudança da destinação do edifício ou da unidade imobiliária”.

Uma observação importante é que essa regra diz respeito apenas ao aspecto de administração do condomínio e não está acima da necessidade de verificar outras mudanças como obras de grandes impactos, que podem estabelecer alterações nas características do prédio.

Dicas para o melhor procedimento

É essencial que todos sejam ouvidos e incluídos nesta proposta de mudança. O síndico tem de apresentar de uma forma bem clara e objetiva.

  1. Converse com os moradores no que se refere às mudanças que eles consideram importantes;
  2. Deixe claro o que está sendo oferecido;
  3. Convoque uma assembleia;
  4. Atente-se quanto às regras.

É importante considerar o impacto que essa mudança pode ter sobre os direitos e benefícios dos condôminos, bem como no tocante a infraestrutura e segurança do condomínio como um todo.

Lembre-se que estamos falando apenas de mudança de uso de ambiente. Não há obras envolvidas.

Agora, se a transformação for mais radical, tipo construir um andar a mais de garagem, o quórum necessário é de unanimidade já que se trata de uma obra de grandes proporções que vai alterar o layout do prédio.

Nós, da Verti, permanecemos sempre à disposição para atender o seu condomínio de forma rápida, prática e eficiente.

Consulte-nos para estes assuntos e para uma nova parceria.

Acessibilidade em condomínios e inclusão. O seu está dentro das normas?

A arquitetura, nas diferentes obras: – residenciais, prédios, espaços comunitários e afins, já trabalham a questão da acessibilidade há tempos e sabem da importância. Será que todos se preocupam com acessibilidade em condomínios?

Além de uma observação mais atenta em novas construções por parte de compradores e locatários,  o síndico de edificações antigas tem o desafio de analisar e realizar obras de adaptação.

No artigo de hoje, exploraremos o significado da acessibilidade em condomínios e porque é tão importante.

 

O que é acessibilidade?

Acessibilidade é o direito de livre acesso, de independência a todas as pessoas que tenham qualquer tipo de dificuldade de mobilidade, de percepção, dentre outros.

O síndico deve reconhecer que a acessibilidade em condomínios vai além de cumprir obrigações legais. Trata-se de um compromisso com a promoção da inclusão e do bem-estar de todos os moradores, independentemente de suas capacidades físicas.

A acessibilidade em condomínios refere-se à criação de um ambiente que seja facilmente utilizado e acessível por todas as pessoas, incluindo:

  • idosos;
  • gestantes;
  • deficiências físicas;
  • crianças pequenas;
  • mobilidade reduzida;
  • pessoas com lesões temporárias.

 

Isso implica em eliminar barreiras físicas e garantir que todas as áreas comuns e unidades sejam acessíveis, e utilizáveis por todos os moradores e visitantes.

A importância da acessibilidade

Uma das principais razões pelas quais a acessibilidade é tão importante em condomínios é porque ela promove a inclusão social.

Ao criar um ambiente acessível, proporcionamos igualdade de oportunidades para todas as pessoas, independentemente de suas capacidades físicas.

Isso significa que todos os moradores podem desfrutar plenamente das instalações e participar, ativamente, da vida comunitária, sem se sentirem excluídos ou limitados por barreiras arquitetônicas.

Benefícios da acessibilidade

Além disso, a acessibilidade em condomínios também contribui, significativamente, para a segurança dos moradores.

Ao eliminar obstáculos e garantir a acessibilidade em áreas como corredores, escadas, elevadores, portas e áreas de estacionamento, estamos reduzindo o risco de acidentes e lesões.

Isso é importante para moradores idosos ou com mobilidade reduzida, que podem ser mais vulneráveis a quedas e outros incidentes.

Outro aspecto importante da acessibilidade em condomínios é o impacto positivo que ela tem na qualidade de vida dos moradores.

Ao criar um ambiente acessível, facilitamos o dia a dia de todos, tornando mais fácil e conveniente o acesso a serviços e comodidades essenciais.

Isso pode incluir coisas como acesso a áreas de lazer, piscinas, academia, salão de festas, entre outras instalações, sem quaisquer restrições ou dificuldades.

 

Valorização do condomínio

Da mesma forma, a acessibilidade em condomínios também pode aumentar o valor das propriedades.

Em um mercado imobiliário cada vez mais consciente da acessibilidade, condomínios que investem em tornar suas instalações acessíveis podem se destacar e atrair um público diversificado de compradores e locatários.

Isso pode resultar em uma valorização do imóvel e benefícios financeiros a longo prazo para todos os proprietários.

Compromisso não só do síndico

No entanto, para garantir que um condomínio seja – de fato – acessível, é necessário um compromisso contínuo por parte da administração e dos moradores.

Isso inclui a implementação de políticas e diretrizes de acessibilidade, a realização de avaliações periódicas das instalações para identificar e corrigir possíveis barreiras, e a conscientização da comunidade sobre a importância da acessibilidade e do respeito às necessidades de todos os moradores.

Normas e leis sobre acessibilidade

Para melhor entender a necessidade da acessibilidade, citamos:

  • Lei Federal 10.098/2000 (art. 11);
  • Norma Brasileira NBR 9050 de 2020;
  • Decreto Nº 9.451 de 26 de julho de 2018;
  • Decreto nº 5.296 de 02 de dezembro de 2004;
  • Resolução CPA/SMPED-G/015/2008, de 14 de novembro de 2008;

Em resumo, a acessibilidade em condomínios é primordial para promover a inclusão, a segurança e a qualidade de vida de todos os moradores.

Ao criar um ambiente acessível, estamos construindo comunidades mais fortes e acolhedoras, onde todas as pessoas são valorizadas e respeitadas.

O síndico deve garantir que os condomínios sejam verdadeiramente acessíveis e inclusivos para todos.

E caso você se sinta desamparado, a Verti tem uma equipe especializada para te acolher e auxiliar nesta questão e outros pontos que precisar.

O que fazer em casos de acidentes em áreas comuns?

Na semana passada, o síndico recebeu um chamado de um colaborador sobre uma condômina que escorregou no corredor de acesso ao elevador. Situações assim podem acontecer e o síndico deve estar preparado, não? O que fazer em casos de acidentes em áreas comuns?

Primeiramente, o importante é ajudar a pessoa! A questão da responsabilidade ou não pode ser apurada num outro instante.

O que são áreas comuns?

As áreas comuns em um condomínio são espaços compartilhados por todos os moradores. São fundamentais para promover a convivência harmoniosa e o bem-estar coletivo.

Essas áreas podem incluir:

  • piscina,
  • jardins,
  • quadras,
  • academia,
  • áreas de lazer
  • salão de festas,
  • corredores, entre outros.

Se houver algum acidente em uma área comum, é importante que os moradores e funcionários estejam cientes dos procedimentos a serem seguidos em caso de emergências.

Preparar um manual sobre essas intervenções é uma boa alternativa para que todos fiquem sabendo. Tudo a fim de garantir a segurança de todos e proporcionar uma resposta eficaz diante de situações adversas.

Como proceder em um acidente

Nesta conjuntura, orientamos o síndico conforme os passos abaixo:

1. Mantenha a Calma e Avalie a Situação

Mantenha a calma e avalie rapidamente a gravidade da situação.

Determine se é necessária assistência médica imediata e se há algum perigo adicional para os envolvidos ou para os demais moradores.

2. Preste Socorro

Se for seguro fazer isso, preste os primeiros socorros às vítimas do acidente.

Se você não tiver treinamento em primeiros socorros, chame alguém que tenha ou contate os serviços de emergência imediatamente.

Também, tente entrar em contato com algum familiar para avisar da situação.

3. Comunique o Acidente

Informe, o quanto antes, à administração do condomínio. Eles poderão acionar os esquemas adequados, como chamar a equipe de segurança, acionar o serviço de emergência médica ou fazer os registros necessários.

4. Isolamento da Área

Se o acidente envolver algum tipo de risco para os outros moradores, tal qual vidro quebrado, líquidos derramados ou qualquer outra situação perigosa, isole a área para evitar que outras pessoas se machuquem.

5. Cooperação com as Autoridades

Ao chegar no local, as autoridades competentes devem ser acionadas e informadas a respeito do ocorrido. Colabore com elas, fornecendo todas as informações necessárias e seguindo suas orientações.

6. Registros Adequados

É importante que o condomínio mantenha registros precisos de todos os acidentes ocorridos em suas áreas comuns. Incluem-se relatórios escritos, registros fotográficos e testemunhos de pessoas envolvidas.

7. Avaliação e Prevenção de Futuros Acidentes

Após o incidente, é essencial que o condomínio avalie as circunstâncias que levaram ao acidente e tome medidas para prevenir que situações semelhantes não ocorram no futuro.

Isso pode incluir revisão dos procedimentos de segurança, reparos ou substituição de equipamentos danificados e realização de treinamentos adicionais para funcionários e moradores.

8. Apoio às Vítimas

Por fim, é fundamental oferecer apoio às vítimas do acidente e suas famílias, seja através de assistência médica, apoio emocional ou encaminhamento para recursos externos, se necessário.

Em resumo…

Em caso de acidentes em áreas comuns de condomínios, a ação rápida, a comunicação eficaz e a cooperação são vitais para garantir a segurança de todos os envolvidos e minimizar os danos causados.

Lembre-se: o conceito de áreas comuns é baseado na ideia de que os moradores compartilham responsabilidades e benefícios desses espaços, contribuem para a manutenção, limpeza e segurança.

Essas áreas são definidas com regras de uso, horários de funcionamento e meios para manutenção e conservação.

O síndico tem a obrigação de zelar pelo bom funcionamento desses espaços, de acordo com o Código Civil, sob de pena de responder civil e criminalmente.

No entanto, há situações em que os usuários, ou seja, os moradores e funcionários, também têm suas responsabilidades.

Seja qual for o ocorrido, o diálogo e os acordos são sempre importantes para evitar a judicialização de demandas que poderiam ser resolvidas amigavelmente, de forma célere, econômica e colaborativa.

E você pode contar com a Verti que tem um know-hall de mais de 29 anos de experiência neste assunto e em muitos outros.

Procure um de nossos representantes que você perceberá a diferença no tratamento e no conhecimento profundo de toda equipe.

Chuvas e ventos fortes: atenção com objetos nas janelas

Estamos vivendo uma forte temporada de pancadas de chuvas e ventos fortes. Um dos motivos é o fenômeno El Niño que tem uma influência significativa no clima do Estado de São Paulo, especialmente no decorrer dos meses mais quentes e chuvosos.

As chuvas tendem a ser frequentes e intensas, o que pode resultar em inundações e deslizamentos de terra em áreas vulneráveis.

O que vamos abordar neste artigo são quais os cuidados com objetos nas janelas dos condomínios devido a estas condições climáticas.

Situações cotidianas

É comum encontrar pessoas que decoram as janelas de seus apartamentos com vasos de plantas, esculturas e outros tipos de peças. Porém, essa prática pode causar muitos danos.

Em condomínios, as janelas são elementos vitais para o conforto e a segurança dos moradores.

Em regiões suscetíveis a ventos fortes e pancadas de chuva é crucial adotar cuidados especiais para garantir que essas estruturas permaneçam funcionais e seguras durante condições climáticas adversas.

Recomendamos ter atenção quanto a:

  • não jogar lixo pela janela;
  • não sacudir toalhas com farelos;
  • não jogar bitucas de cigarro pela janela;
  • orientar crianças, adolescentes e visitas para não usar indevidamente esse espaço;
  • não se apoiar no parapeito para usar o celular;
  • não amarrar objetos, ou afins;
  • deixar qualquer tipo de objeto na janela, como plantas e decorações;

Uma maneira eficaz de evitar que qualquer item caia da janela é instalando telas de proteção nesse local.

O que fazer durante os temporais

Ao longo de períodos de ventos fortes, é aconselhável:

  • manter as janelas fechadas e travadas para evitar danos causados pela pressão do vento.
  • verificar regularmente o estado dos trincos, fechos e dobradiças das janelas

Neste último ponto, é importante para garantir que estejam funcionando adequadamente e possam ser facilmente fechados quando necessário.

Em condomínios com áreas comuns ou espaços externos, como varandas ou terraços, é importante garantir que os móveis e objetos soltos sejam devidamente fixados ou recolhidos para evitar danos às janelas ou a outros elementos da estrutura.

Proteção das janelas

Para proteger as janelas contra a entrada de água durante pancadas de chuva intensas, a instalação de vedantes de borracha ou silicone ao redor das molduras das janelas pode ajudar a criar uma vedação eficaz contra a água.

A manutenção regular das janelas também é essencial para garantir sua funcionalidade e durabilidade a longo prazo. Lembre-se de:

  • limpar regularmente os trilhos e as superfícies das janelas;
  • lubrificar as dobradiças e os mecanismos de abertura e fechamento;
  • verificar a integridade dos vidros.

Estas medidas simples, mas eficazes, podem garantir o bom funcionamento das janelas e prolongar sua vida útil.

Outros cuidados

O síndico deve se certificar de que as calhas e os ralos no topo do edifício e demais áreas comuns estejam desobstruídas e funcionando corretamente, evitando o acúmulo de água e possíveis infiltrações.

Em caso de entupimentos, temos um outro artigo que vai te ajudar nessa questão.

Campanhas de conscientização, colocando avisos nos elevadores e murais de informação explicando o que não é permitido fazer ou colocar nas janelas e sacadas é uma outra forma de prevenção.

Em casos de danos às janelas causados por ventos fortes ou chuvas intensas, é importante agir rapidamente a fim de realizar os reparos necessários.

Contratar profissionais qualificados e seguir as orientações dos fabricantes para a substituição de peças danificadas ou a reparação de eventuais danos estruturais é fundamental para garantir a segurança e o conforto dos moradores.

Em resumo, cuidar das janelas em condomínios em relação aos ventos fortes e pancadas de chuva requer uma abordagem proativa que inclui:

  • a instalação correta;
  • a escolha de materiais adequados;
  • a manutenção regular e a pronta realização de reparos quando necessário.

Com esses cuidados, é possível garantir que as janelas permaneçam funcionais e seguras mesmo diante das condições climáticas mais adversas.

Fique atento: na circunstância de ter causado danos a alguém, é de sua responsabilidade ressarcir o morador sobre qualquer prejuízo que tenha sido causado e é previso em lei, de acordo com o artigo 938 do Código Civil.

Pequenos objetos representam uma ameaça à segurança da comunidade, especialmente se eles caírem de janelas localizadas nos andares mais altos de um prédio. Se atingir uma pessoa ou animal, dependendo do impacto, pode levar a óbito.

Nem sempre se consegue comprovar quem jogou algo pela janela, portanto, cabe aos próprios moradores identificarem e apontar aquele que fez a transgressão.

Dessa forma, o síndico e a administradora podem definir padrões que irão ajudar na aplicação de advertências, multas, ressarcimentos e indenizações.

Sua administradora está em falta com você? Consulte a gente! Nós vamos te dar todo o suporte necessário para questões como estas e outras que, às vezes, nem todos conhecem.

Há mais de 29 anos, a Verti tem um atendimento comprometido com cada cliente de forma personalizada e validada.

Os cuidados de pets em elevadores e áreas comuns

Ter um animal de estimação pode trazer uma série de benefícios para a vida de uma pessoa.

Os pets oferecem companheirismo incondicional, o que pode ser notadamente reconfortante em momentos de solidão ou estresse.

Além disso, cuidar de um animal promove uma sensação de responsabilidade e compromisso, ajudando a desenvolver habilidades de organização e empatia.

Ter um pet também pode aumentar a socialização, proporcionando oportunidades em conhecer novas pessoas durante passeios ou encontros com os demais donos de animais.

E ter um animal de estimação no condomínio requer essa questão de responsabilidade e socialização.

Uma parte importante desse cuidado é entender como gerenciar as interações dos animais de estimação nos elevadores e áreas comuns.

Neste artigo, vamos dar algumas orientações importantes para garantir que todos, humanos e animais, desfrutem de um ambiente harmonioso.

1. Utilize a guia e coleira

Sempre que estiver acompanhando seu animal de estimação nas áreas comuns do prédio, certifique-se de que ele esteja devidamente contido por uma guia e coleira.

Isso não só ajuda a garantir o controle do animal, mas também tranquiliza os moradores que podem ter medo de animais soltos.

2. Limpeza e higiene

É responsabilidade do dono manter o ambiente limpo e higiênico.

Sempre carregue sacos plásticos para recolher as fezes do seu pet e descarte-os de maneira adequada.

Da mesma forma, se o seu animal de estimação derrubar comida ou água, limpe imediatamente a fim de evitar escorregões e quedas.

3. Comportamento adequado

Ensine seu animal de estimação a se comportar de maneira adequada em áreas comuns. Isso inclui:

  • não pular nas pessoas;
  • não latir excessivamente;
  • e não perseguir outros animais ou crianças.

Se necessário, busque treinamento adequado para corrigir atitudes indesejadas.

4. Elevadores

Quando utilizar o elevador com seu pet, seja cortês e permita que os usuários entrem e saiam primeiro, especialmente se o elevador estiver lotado.

Se o seu animal de estimação estiver nervoso ou agitado, considere esperar pelo próximo elevador para evitar desconforto com alguém.

Caso tenha um elevador de “serviço”, utilize-o para evitar algum incômodo.

5. Respeite as restrições

Certifique-se de estar ciente de quaisquer restrições relacionadas a animais de estimação no condomínio.

Alguns prédios podem ter regras específicas a respeito do tamanho, raça ou número de animais permitidos.

Respeitar essas diretrizes é essencial para manter a harmonia e o bem-estar de todos os moradores.

6. Controle de ruído

Animais de estimação podem ser barulhentos, principalmente quando estão animados ou assustados.

Mantenha o controle sobre o barulho do seu pet, especialmente em áreas comuns onde o som pode se propagar facilmente e perturbar os vizinhos.

Se houver alguma reclamação, ouça com atenção e converse. A empatia nesta hora é fundamental.

7. Identificação

Certifique-se de que seu animal de estimação esteja devidamente identificado com uma coleira contendo seu nome e número de telefone.

Isso é importante caso ele se perca ou se envolva em alguma emergência.

8. Interagir com animais próximos

Se por acaso encontrar outros animais de estimação circulando, seja sempre cauteloso e observe a linguagem corporal de ambos os animais.

Nem todos os animais se dão bem com outros, então esteja preparado para afastar seu pet se a interação parecer hostil ou desconfortável.

9. Áreas designadas

Se o condomínio tiver áreas designadas para animais de estimação, como parques ou áreas de passeio, utilize-as sempre que possível.

Isso permite que seu pet socialize e se exercite em um ambiente seguro e apropriado.

10. Comunicação aberta

Mantenha canais de comunicação abertos com outros moradores e o síndico do prédio.

Se surgirem problemas relacionados a animais de estimação, tipo barulho excessivo ou comportamento inadequado, esteja disposto a resolver a situação de forma colaborativa e respeitosa.

Percebeu que ter um pet não é só cuidar dentro do apartamento.

Cuidar dos pets em elevadores e áreas comuns do condomínio requer responsabilidade, cortesia e respeito pelos direitos e necessidades de todos os moradores.

Seguindo essas orientações, podemos garantir um ambiente seguro e harmonioso para todos, humanos e animais de estimação.

E caso você vá viajar com seu pet, leia nosso blog sobre esse assunto.

Como estão as férias no seu condomínio?

As férias estão terminando, porém, é possível que muitas crianças estejam entediadas dentro de casa neste instante, assim como pais cansados e sem muitas ideias de que forma entreter seus filhos de maneiras diferentes. Como estão as férias no seu condomínio?

Atualmente, é preciso estimular as crianças a deixarem um pouco de lado a tecnologia. o uso exagerado da internet e dos dispositivos eletrônicos tem sido associado a alguns impactos negativos no desenvolvimento infantil.

Tudo em excesso faz mal.

Por que não apresentar alternativas saudáveis para as crianças e jovens do condomínio?

Neste artigo, vamos dar algumas ideias do que pode ser feito, ainda, durante as férias. Não esquecendo que logo mais vem carnaval e com um longo feriado.

Projetos educativos

Atividades educativas são uma alternativa. Mesmo em um momento de pausa escolar, as crianças são estimuladas a aprender coisas novas de forma descontraída. Atividades tal qual leitura, teatro, oficinas, aula de culinária etc., são opções de lazer educativo e divertido.

Brincadeiras do passado

Sabe aquela frase “no meu tempo era muito melhor”?! Por que não mostrar aos pequenos e adolescentes que as brincadeiras dos pais merecem ser reconhecidas? Prepare uma chance de interação e conexão entre pais e filhos com pega varetas, dominó, pique-bandeira, bolinha de gude, pula corda, pula elástico, bolinha de sabão, esconde-esconde etc.

Locação de Brinquedos

Se a ideia é fazer com que eles se divirtam com muita agitação esta é a opção. Se a verba não está no planejamento financeiro, o ideal é que os pais das crianças que vão participar, se reúnam e façam uma vaquinha para montar este evento.

Brinquedos como: air hockey, cama elástica, escorregador inflável, máquina de dança, piscina de bolinha, tênis de mesa, touro mecânico entre outros, farão com que a garotada terá um sono bem tranquilo.

Circuitos e Gincanas

Circuitos

Seguindo nesta linha, e pensando também numa interação e conexão entre as crianças com os familiares, os circuitos devem ser criativos e desafiador.

Use a imaginação com o que há de materiais e objetos que nem cadeiras, bolas, bambolês, mesas, música, corda etc.

Da mesma forma, as gincanas podem ser uma atividade formidável. O envolvimento e comprometimento de todos garantirá um dia de alegria e muita diversão.

Provas como corrida de saco, corrida com copo com água etc., é garantia de sucesso.

Piquenique Comunitário

Aproveite um dia bonito e com clima estável para um apetitoso café da manhã ou lanche da tarde. Seja na quadra, no playground ou na churrasqueira.

Essa promoção por meio de comes e bebes é uma ótima forma de estimular a interação entre as crianças e moradores.

Caça ao tesouro

Se alguém do prédio tiver essa habilidade e organização de montar um caça ao tesouro, fale com ela.

Dependendo do tema, faça as crianças virem fantasiadas ou com algo que personalize o tema.

A recompensa, no final, além do tesouro é uma pequena confraternização e resenha de como foi a caçada.

Jogos de tabuleiros

Se estiver num dia chuvoso, por que não chamar a criançada pro salão e jogar jogos de tabuleiros.

Essa oportunidade faz com que todos possam brincar, se divertir e desenvolver o raciocínio e o senso de competição.

Jogos de tabuleiros antigos como Detetive, Banco Imobiliário, War, Imagem e Ação, além de xadrez, dominó e jogos de baralho, trazem desafios de acordo com o jogo e promovem interação e diversão entre os participantes.

Sendo assim, como estão as férias no seu condomínio?

É importante destacar que nesse período é ter paciência e bom senso, tanto por parte dos moradores quanto dos pais. As leis de condomínios devem ser respeitadas.

Nessa época estamos todos juntos e é preciso encontrar um equilíbrio para que todos possam desfrutar dessa época.

Lembrando sempre que devem ser respeitados a questão do barulho e o uso adequado de áreas comuns, além da manutenção de piscinas e playgrounds.

É essencial saber que porteiros, zeladores e funcionários do condomínio não são responsáveis pelas crianças.

Fazendo um bom planejamento de desenvolvimento de atividades, as crianças e adolescentes poderão curtir as férias com segurança e entretenimento, e os pais ficarão sossegados e os moradores restantes sem ter o seu sossego perturbado.

Porém, se você tem dúvida de como aplicar isso e se há segurança suficiente, a VERTI pode te ajudar com pessoas especializadas para estes eventos.

Entre em contato com a gente e saiba mais.

As vantagens em fazer um planejamento anual para o condomínio.

A administração eficiente de um prédio é essencial para proporcionar qualidade de vida aos seus moradores e garantir o bom funcionamento das instalações. Nesse contexto, um planejamento anual para o condomínio emerge como uma ferramenta crucial a fim de alcançar esses objetivos.

Ao estipular metas, prioridades e ações a serem realizadas ao longo do ano, o condomínio pode desfrutar de várias vantagens, promovendo uma gestão transparente, sustentável e eficaz.

E os desafios a serem listados poderão identificar qual a melhor forma de conduzir o prédio e qual período para tal ação mais favorável.

E, da mesma forma, isso ajuda o síndico em seu aspecto emocional e equilibrado.

Vejamos alguns benefícios:

1. Controle Financeiro e Orçamentário

Num planejamento anual para o condomínio, obtenha uma visão clara de suas finanças.

Ao elaborar um orçamento detalhado, é possível antecipar despesas, prever receitas e evitar surpresas desagradáveis.

Essa ferramenta proporciona maior controle sobre os recursos financeiros, possibilitando a realização de investimentos necessários, como melhorias na infraestrutura, sem comprometer a estabilidade financeira.

2. Manutenção Prevista e Prevenção de Problemas

A antecipação de manutenções é uma das grandes vantagens de um planejamento anual.

Identificar equipamentos que precisam de reparo ou substituição, programar vistorias periódicas e implementar ações preventivas contribuem na preservação dos bens comuns do condomínio.

Isso não apenas evita custos elevados com consertos emergenciais, mas também prolonga a vida útil das instalações.

3. Transparência e Envolvimento Comunitário

Ao planejar anualmente as atividades do condomínio, o síndico pode compartilhar informações relevantes com os moradores.

Isso promove a transparência na gestão, permitindo que os condôminos compreendam, de forma sensata, as decisões tomadas e as prioridades definidas.

Além do mais, a participação ativa dos moradores nas discussões e decisões do planejamento contribui em prol de uma comunidade conexa e colaborativa.

4. Valorização do Patrimônio Imobiliário

Um condomínio bem administrado, no qual investe em melhorias e manutenção regular, tende a valorizar o patrimônio imobiliário dos seus moradores.

A boa conservação das áreas comuns, a implementação de medidas de segurança e a promoção de um ambiente agradável contribuem para a atratividade do local, refletindo positivamente no mercado imobiliário.

5. Sustentabilidade e Eficiência Energética

O planejamento anual pode incluir iniciativas voltadas para a sustentabilidade ambiental e eficiência energética.

A implementação de práticas sustentáveis, como a coleta seletiva de resíduos, a instalação de sistemas de captação de água da chuva e a adoção de fontes de energia renovável, não apenas contribuem para a preservação do meio ambiente, mas também podem resultar em economia de custos a longo prazo.

6. Resolução Antecipada de Conflitos

Ao definir metas claras e estabelecer um plano de ação, o condomínio reduz a probabilidade de conflitos entre moradores e síndico.

A transparência nas decisões e a comunicação eficaz proporcionam um ambiente mais suave, evitando mal-entendidos e descontentamentos que possam surgir devido à falta de informação.

Percebeu o quanto é importante o planejamento anual para o condomínio?

Esta prática é fundamental com o objetivo de

  • otimizar a gestão,
  • promover a sustentabilidade e
  • garantir a satisfação dos moradores.

Ao investir tempo e recursos nesse processo, os condomínios podem colher as vantagens a longo prazo, transformando-se em comunidades mais organizadas, eficientes e agradáveis para se viver.

E o síndico não precisa fazer isso sozinho, ele pode contar com os conselheiros e a administradora.

E nada mais lógico que ter uma parceria com uma administradora reconhecida no mercado há mais de 25 anos, não é?

Entre em contato com a Verti e perceba a diferença! Temos uma equipe pronta para te atender de acordo com suas dificuldades.

O que você achou? Tem outros fatores que são benéficos neste planejamento anual? Compartilhe com a gente.

7 aspectos que valorizam um condomínio

Uma boa gestão condominial faz com que o condomínio seja bem valorizado. Pontos como manutenção, segurança, bem-estar e outros, fazem com que haja poucas mudanças e, quando postos à venda, tenham um valor bem agregado a estas questões. Neste artigo vamos dar 7 aspectos que valorizam um condomínio.

Primeiramente, valorizar um condomínio é fundamental para manter a satisfação dos moradores e preservar o investimento em propriedades. É uma forma de associar valor a ele, seja quantitativo ou qualitativo.

Vejamos alguns aspectos que se destacam nesta apreciação.

1) Áreas comuns e de Lazer

Prédios que possuam playground, quadras, salão de festas, piscina, bicicletário, academia, brinquedoteca, espaço para coworking, são muito valorizados hoje em dia.

A tendência é quanto mais espaços para o morador usufruir sem precisar “sair de casa”, melhor.

E neste intuito, deve haver uma boa manutenção de cada espaço para que todos os espaços estejam funcionando corretamente.

2) Segurança e Monitoramento:

A segurança é um aspecto indispensável para valorizar um condomínio.

O síndico que preza por estas medidas como portaria 24 horas, circuito de CFTV, controle de acesso facial, muros altos, cercas elétricas, seguranças nas entradas das garagens etc. faz com que o morador se sinta seguro e tranquilo.

Este tipo de investimento, da mesma forma, mostra o quanto aumenta no valor para compra e venda.

3) Manutenção preventiva e planejada

Como citamos acima, as áreas comuns e de lazer devem estar em perfeito funcionamento.

Para isso, o síndico deve ter uma planilha preventiva para cada área de acordo com seu uso e desgaste.

Porém, não se refere somente a isto, há também os cuidados com jardins, elevadores, estruturas, extintores, fachadas etc.

Se não houver uma manutenção preventiva e planejada, o local vai se deteriorando e perdendo seu valor.

4) Sustentabilidade

Um condomínio que se preocupa com o meio ambiente e a sustentabilidade em relação à natureza agrega muito valor.

Hábitos como:

  • horta comunitária;
  • coleta seletiva de lixo;
  • sistema de reuso da água;
  • utilização de materiais ecológicos;
  • coleta de resíduos diversos como eletrônicos e óleo de cozinha,

faz com que a comunidade condominial esteja fazendo sua parte quanto a este ponto.

Esta preocupação com práticas sustentáveis agrega muito valor ao condomínio, pois práticas assim levam a uma economia significativa de médio a longo prazo.

5) Convivência harmoniosa e participativa

Um prédio que apresenta uma comunidade ativa, interessada, participativa nas assembleias valoriza, e muito, o condomínio.

Em nosso blog, falamos sobre a importância do bem-estar, pois quando há conexão entre os moradores por meio de atividades sociais e eventos, a qualidade de vida num ambiente assim é espetacular. O senso comum prevalece e a grande maioria fica satisfeita.

6) Recursos tecnológicos

Não tem como um condomínio ser bem valorizado se não tiver aplicação em recursos tecnológicos.

O síndico deve ficar atento às novidades do mundo da tecnologia condominial.

Investimentos em controles de acesso, segurança, elevadores inteligentes, portas automáticas, iluminação automática, identificação facial ou por biometria são diferenciais na procurar por um bom imóvel.

7) Gestão de competência

E diante de tudo o que foi falado acima, não é possível sem uma gestão eficiente e de grande competência.

Um condomínio de alto valor agregado, igualmente, está pautado em:

  • boa zeladoria;
  • boa administradora;
  • documentação em dia;
  • controle financeiro equilibrado;
  • baixo índice de inadimplência;

Percebeu o quanto é importante certificar-se de alguns aspectos para valorizar o seu condomínio?

Investir na melhoria desses aspectos pode não apenas atrair compradores em potencial, mas também garantir a satisfação contínua dos moradores atuais, criando assim um ciclo virtuoso que beneficia todos os envolvidos.

Vale ressaltar que, além destes, a valorização de um condomínio também pode ser influenciada por fatores econômicos, sociais e culturais, que variam de acordo com a região e o mercado imobiliário.

A Verti tem equipes especializadas em todos estes aspectos que pode ajudar a valorizar muito mais seu condomínio. O síndico receberá todas as orientações para aprimorar sua gestão com esta finalidade.

O que você achou? Tem algum outro aspecto que agrega valor num condomínio no qual o síndico pode implantar?

Compartilhe com a gente nos comentários.