Inadimplência em condomínios: principais problemas quando ela aumenta

A inadimplência em condomínios é um dos assuntos que mais tira o sono do síndico, pois além de prejudicar o fluxo de caixa do condomínio, pode gerar desgastes entre ele, o inadimplente e os outros condôminos.

Sem dúvida alguma é um dos principais problemas na administração condominial.

A particularidade nesse caso é que os condomínios não têm fins lucrativos, isso significa dizer que tudo o que é arrecadado é para a quitação das despesas.

Por isso, faz-se necessário a arrecadação da cota condominial em dia.

Uma vez que o percentual de inadimplência é elevado, os problemas financeiros aparecem.

Além disso, quando a questão não é bem administrada, é comum surgirem desgastes e conflitos entre as partes.

O assunto é delicado, mas necessário paciência e bom senso para conduzir a situação.

Cabe ao síndico, jogo de cintura e um bom controle dos gastos do condomínio.

Acompanhe a leitura e saiba quais são os principais problemas quando a inadimplência aumenta e o que pode ser feito para resolver a situação da melhor maneira possível.

Quais são as principais causas da inadimplência da cota condominial?

A maioria das pessoas que estão em situação de inadimplência não estão inseridas nesse contexto porque querem. Geralmente isso ocorre por motivos de desemprego ou de diminuição da renda.

É importante procurar identificar qual é o tipo de devedor e, a partir daí, tratar individualmente cada caso.

Se for uma situação de inadimplência momentânea, um acordo amigável geralmente resolve a situação.

Mas há também os descompromissados que se endividam “por esporte”, vamos dizer assim.

Fazem isso com frequência. O condomínio é só mais um credor numa lista imensa de credores que esperam a boa vontade dessas pessoas honrarem seus compromissos atrasados.

Neste caso, uma proposta de acordo amigável talvez não seja o suficiente para resolver o problema. Sendo assim, outras medidas poderão ser tomadas (tudo dentro da lei, é claro), como veremos no decorrer deste artigo.

Quais são as consequências da inadimplência em condomínio?

Quando a inadimplência extrapola o limite aceitável estipulado no orçamento do condomínio, alguns problemas surgem. Os mais comuns são:

  1. Prejuízo no fluxo de caixa. Vale ressaltar que a fonte de receita do condomínio é o valor pago pelos condôminos através das cotas condominiais;
  2. Aumento da cota condominial para os condôminos adimplentes, com o intuito de cobrir a insuficiência de caixa;
  3. Consumo do fundo de reserva condominial para cobrir o saldo deficitário;
  4. Manutenções preventivas podem deixar de ser realizadas e apenas as corretivas são feitas. Ou seja, por conta dos recursos escassos, o patrimônio deixa de ser cuidado de maneira preventiva e passa a ser restaurado apenas no momento em que se torna quase obsoleto;
  5. Desgastes e atritos com o inadimplente.

E quando esses problemas surgem, o que fazer?

O que fazer para resolver o problema da inadimplência?

A melhor maneira de resolver o problema da inadimplência condominial é o diálogo.

É necessário conscientizar o inadimplente com relação às consequências que o não pagamento da cota condominial traz ao condomínio e aos condôminos.

É importante sempre buscar a conciliação entre as partes, e, se for possível, convergir em um acordo amigável para resolver o problema da inadimplência.

O síndico deve evitar se indispor com o devedor, por isso, cobranças em público não devem acontecer de maneira nenhuma.

Da mesma forma, colocar os inadimplentes em uma lista e divulgar aos demais condôminos. Isso vai aumentar ainda mais o problema.

Afinal, o que fazer quando o diálogo não for suficiente para resolver o problema da inadimplência?

Quando a conversa não for suficiente para resolver o problema da inadimplência, outras medidas podem ser tomadas como, por exemplo, a cobrança extrajudicial e o ajuizamento da dívida.

O ajuizamento da dívida ou cobrança judicial também é viável, mas deve ser a última das possibilidades, tendo em vista que é mais um custo para o condomínio.

Além disso, tende a desgastar ainda mais a relação entre credor e devedor.

O que o síndico pode fazer para contribuir na redução da inadimplência em condomínios?

O síndico deve adotar duas principais medidas.

Em primeiro lugar, manter um bom controle das finanças do condomínio. Para isso, ele deve usar o App/portal da Verti. Nele há uma área de finanças com recursos que permitem o síndico acompanhar mensalmente a saúde financeira do condomínio.

São recursos fáceis de utilizar e que possibilitam a verificação de como andam as contas do condomínio. Saiba mais em nosso artigo sobre o Portal de gestão condominial da Verti Administradora.

Em segundo lugar, ter uma postura conciliadora. Ele deve conscientizar os condôminos inadimplentes da importância de manter o pagamento da cota condominial em dia. Além disso, buscar sempre a conciliação amigável entre condômino e condomínio, com vistas a solucionar o problema da melhor maneira possível.

Como economizar na iluminação do seu condomínio durante a bandeira vermelha

A bandeira vermelha sinaliza o aumento do valor da energia elétrica. Está em vigor desde junho e será mantida no mês de julho. Ela influencia diretamente nos valores da sua conta de energia.

Contudo, existem alguns hábitos e cuidados que ajudam no controle do consumo excessivo de energia elétrica. Porém, é claro, requerem a conscientização e a participação de todos os envolvidos.

Especialmente nos condomínios onde as contas de energia elétrica normalmente são altas. Com o aumento das tarifas na bandeira vermelha, os custos serão maiores.

Por esse motivo o condomínio, deve tomar providências para amenizar o impacto das novas tarifas.

Para isso, o trabalho e esforço conjunto é indispensável. Ele envolve os moradores, síndicos e demais colaboradores do condomínio.

Mas como fazer isso de uma maneira efetiva? Abaixo, confira algumas dicas de como conter os altos gastos do condomínio na fatura de energia elétrica.

Crise hídrica leva à bandeira vermelha e ao aumento da conta de energia elétrica

Para entendermos o aumento das tarifas e a bandeira vermelha, antes de tudo é preciso entender a crise hídrica. Ela é a principal responsável pelo aumento dos valores da sua conta.

Os meses de maio, junho, julho e agosto são, normalmente, mais secos. Isso se deve ao fato de coincidirem com o outono e inverno no hemisfério sul.

E, neste ano, elas se intensificam pelo fenômeno La Niña, que promove baixas temperaturas e secas.

A geração de energia elétrica, no Brasil, dá-se em sua maior parte pelas usinas hidrelétricas.

Com a baixa dos reservatórios, elas não dão conta de produzir a energia necessária. Como resultado, é preciso utilizar outras fontes geradoras de energia. Por exemplo, geração de energia a gás, carvão e combustíveis.

Em suma, o processo fica mais caro e reflete nos [índices de preços ao consumidor].

O que é a bandeira vermelha?

É uma forma de repassar ao consumidor o aumento do valor da produção e distribuição de energia. A conta passa a ser diretamente proporcional ao custo de geração.

Existem três bandeiras: verde, amarela e vermelha. A primeira possui as menores tarifas. A última, as maiores. Elas são periódicas e variam entre si.

Segundo a ANEEL, Agência Nacional de Energia Elétrica, isso objetiva transparência com o consumidor. Afinal, é uma maneira de mostrar quando ele vai pagar mais.

Atualmente a bandeira vermelha está valendo em todo o país. Isso, então, torna imprescindível que se busque maneiras de controlar o consumo de energia.

Em caso contrário, o valor da fatura pode saltar às alturas. Com grande impacto ao bolso e ao orçamento da população.

Mas, como conter os gastos e amenizar o aumento dos valores da energia elétrica nos condomínios?

O síndico ou administradora de condomínios podem adotar algumas ações. Elas vão desde campanhas de conscientização até atitudes práticas. Veja abaixo, alguns exemplos.

O que fazer para economizar energia elétrica no condomínio durante a bandeira vermelha?

Confira algumas dicas de como controlar a fatura de energia elétrica nos condomínios.

1. Use lâmpadas LED

A primeira medida para economizar na conta de luz no condomínio refere-se às lâmpadas.

Primeiro, verifique quais espaços precisam de luz artificial no ambiente. Por exemplo, o saguão de entrada, a garagem e os elevadores. Também, os corredores, escadas de emergência.

Depois, considere usar lâmpadas LED nestes ambientes. Elas rapidamente retornam o investimento, pois consomem menos energia. São excelentes alternativas durante o período de bandeira vermelha.

Além disso, é possível encontrá-las em versões de luzes mornas (âmbar) e não apenas as brancas. O que traz conforto e, simultaneamente, promove economia.

2. Tenha orientação de um especialista na distribuição de lâmpadas;

Sabia que o tamanho de espaços influencia no posicionamento das lâmpadas e, também, na distribuição delas?

Por isso, considere, chamar um profissional especializado em iluminação para uma avaliação.

Ele analisará se as luzes estão bem distribuídas e se estão nas quantidades e disposição corretas.

3. Instale sensores para evitar luzes ligadas o dia inteiro

Não há nenhuma razão para manter as luzes ligadas o dia inteiro. Afinal, atualmente contamos com tecnologias como os sensores de movimento.

Eles detectam a presença de uma pessoa em um ambiente por meio do movimento dela. Dessa forma, liga a luz automaticamente.

Note como isso é importante para economizar energia durante a bandeira vermelha. Não só durante esse período, mas, também, no ano todo!

Por isso, instale sensores. Eles ajudarão em muito na economia da conta de energia.

Lembre-se, evite luzes ligadas por longas horas. Principalmente se não houver pessoas no local.

4. Aproveite a luz natural

Por fim, aproveite a luz natural no seu condomínio. Não faltam motivos para você apostar na luz solar sempre que puder. Ela é confortável e, ainda, evita gastos.

Mas como fazê-lo? Para isso, por exemplo, deixe as cortinas da recepção e salão de festas, abertas. Isso vale para outros espaços, igualmente.

Ainda, considere as cores das paredes. Para esses locais, aposte em paredes internas claras, que ajudam a refletir a luz.

5. Envie comunicados ao condôminos

O administrador do condomínio deve enviar informativos aos condôminos sobre o período da bandeira vermelha. Nem todos estão atentos a ela.

Sobretudo orientar para as boas práticas que colaboram para economizar na conta de luz.

Por exemplo:

  • apagar as luzes ao sair de um cômodo,
  • manter aparelhos desligados quando não utilizados,
  • diminuir o tempo de banho,
  • juntar mais roupas ou louça para acionar a máquina e evitar o desperdício.

De maneira geral, são atitudes que farão uma grande diferença na economia de energia.

Conclusão

Como vimos ao longo desse artigo, existem formas de economizar na conta de luz durante a bandeira vermelha. Não só nela, mas no ano todo!

Mesmo com o aumento das tarifas, é possível adotar práticas para evitar aumento de gastos no condomínio. Requerem iniciativa, conscientização e esforço conjunto.

Se o seu condomínio tem dificuldades para implementar ações de redução de gastos, fale com a equipe da Verti. Podemos ajudá-lo a ter uma administração condominial eficiente e profissionalizada.

 

Principais leis em condomínios residenciais

“O seu direito termina onde começa o do outro”. O ditado, mesmo um pouco diferente da sua versão original, faz bastante sentido, especialmente quando se trata da vida em condomínios.

Viver em condomínio tem inúmeras vantagens, porém é preciso estar atento às leis, tanto para uma boa convivência com outros moradores, quanto para saber se a administração está fazendo um bom trabalho.

A resolução de conflitos se torna mais fácil quando as partes envolvidas conhecem seus direitos e obrigações.

Neste artigo, vamos apresentar as principais leis que se aplicam a condomínios residenciais e as consequências diante do descumprimento delas.

Constituição Federal

A Constituição é a lei mais importante do nosso ordenamento jurídico. Apesar de não trazer em seu texto questões específicas sobre condomínios, ela regula direitos fundamentais como propriedade, moradia, privacidade e dignidade das pessoas humana, dentre outros.  Elas são aplicáveis aos moradores de um condomínio.

Código Civil

O Código Civil (Lei n.º 10.406/2002) é a principal lei que regula os condomínios e a vida nele. A lei trata de questões como fração ideal, cotas condominiais e administração do condomínio.

Mas, além disso, traz de forma específica os direitos e deveres tanto dos moradores quanto do síndico, além de questões como pagamento de multas, juros, eleições de síndico, barulho, etc.

Portanto, é importante que todos, especialmente síndico, conheçam pelo menos essa parte do Código Civil.

Lei n.º 4.591/64

Essa lei dispõe sobre o condomínio em edificações e as incorporações imobiliárias. Ainda está em vigor, porém muitos de seus artigos foram derrogados pelo Código Civil.

Contudo, continua sendo um dispositivo relevante para a vida em condomínio. Entretanto, vale ressaltar que, apesar de poder complementar o Código Civil, os dispositivos dessa lei não podem se sobrepor a ele.

Portanto, diante de dois posicionamentos distintos, prevalece o do Código Civil.

Outras leis

Há leis que, apesar de não tratarem especificamente de condomínios, trazem situações que podem ser aplicadas como é o caso, por exemplo, do Decreto-Lei n.º 3.688/41, que traz em seu Artigo 42 o crime de perturbação do sossego alheio.

Ainda, as chamadas Leis do Silêncio, que são de competência municipal e outras leis que instituem taxas, trazem regras de acessibilidade, código de obras, etc.

Essas leis variam de acordo com cada região, mas devem ser obedecidas por todos os condomínios.

Documentos essenciais para o bom funcionamento do condomínio

Para que o condomínio funcione de maneira adequada, são necessários alguns documentos, que devem ser entregues a cada novo condômino. Esses documentos são a convenção do condomínio e o regimento interno.

Embora não possam ser considerados leis em condomínios residenciais, esses documentos trazem as regras do condomínio e as regras de convivência entre os condôminos.

[São uma espécie de norma interna, que devem ser cumpridas por moradores.]

Porém, é importante destacar que essas normas não podem estar em desacordo com as leis anteriormente citadas.

Não podem, por exemplo, expor os condôminos a situação constrangedoras, interferir no direito individual dentro de sua própria residência ou cobrar multa e juros em valor acima do permitido por lei.

Convenções e regimentos devem sempre estar em acordo com a lei. Porém, o que muitas pessoas não sabem é porque ambos os documentos são necessários e qual a diferença entre eles.

Diferenças entre convenção do condomínio e regimento interno

A convenção do condomínio é o documento que estabelece as regras gerais do condomínio.

Informações sobre valores de cotas, incidência de multas, juros e correção monetária, eleição, duração do mandato, reeleição do síndico e dos conselhos devem constar nesse documento.

Já o regimento interno define as normas de conduta e convivência dos condôminos e, também, entre os funcionários e colaboradores.

Horário limite para entregadores subirem às unidades, regras sobre animais de estimação, horários de funcionamento das áreas comuns e de lazer, dentre outras, são informações que pertencem ao regimento interno.

Livro de atas

É importante manter o registro das atas, pois existem decisões e regras que são estabelecidas durante as assembleias e que não constam nem na convenção, nem no regimento interno.

Assim como a convenção do condomínio e o regimento interno, as decisões tomadas em assembleias também não podem se sobrepor ou contrariar o ordenamento jurídico do país.

Conhecer as leis e normas é importante!

Um condomínio é uma propriedade particular coletiva. Para isso, requer o equilíbrio entre direitos e deveres daqueles que vivem nele.

Não é algo fácil. Também não é uma obrigação exclusiva do síndico. Depende muito mais dos condôminos.

A vida em condomínio é repleta de situações que causam divergências ou discordâncias entre as pessoas. Contudo, em muitas delas, pode-se evitar os conflitos desnecessários se todos observarem seus direitos e deveres.

 

Administradoras de condomínios que não contribuem e só cuidam de burocracia. Não caia nessa!

Durante uma reunião de assembleia, o síndico é questionado sobre uma decisão “x” ao invés de optar por “y”. Os condôminos não concordavam com a decisão tomada. Ao tentar responder os questionamentos, o síndico pede para o representante da administradora complementar a explicação da decisão. O que ele diz: “Fizemos o que o síndico pediu”.

Na época, o síndico havia consultado a equipe da administradora antes de tomar a decisão. E foi orientado a tomar a decisão “x”.

O que aconteceu ao fim da assembleia? Ele rompeu com a administradora. Viu que não havia comprometimento e parceria.

Diante disso, qual é o papel das administradoras de condomínios na gestão do síndico? Ficar só na parte burocrática, administrando o básico, o necessário, e deixar o síndico na mão quando ele precisa?

Pagamentos em dia e pastas organizadas não são suficientes para considerar que uma administradora é boa.

Neste artigo queremos demonstrar o que uma verdadeira administradora deve ter para de fato contribuir com a gestão do síndico.

Principais funções das administradoras de condomínios

As funções que relacionamos a seguir são no mínimo básicas para uma empresa que se propõe administrar um condomínio:

  • preparar assembleias;
  • cuidar das contas a pagar;
  • emitir e distribuir comunicados;
  • gerenciar os recursos financeiros;
  • realizar cobrança de inadimplentes;
  • administrar encargos sociais e trabalhistas;
  • gerenciar os processos dos funcionários de admissão, férias e demissões;
  • Atendimento aos moradores, com fornecimento e esclarecimento de dúvidas sobre eventuais problemas administrativos;
  • Supervisão e controle sobre os mandatos do síndico e do conselho consultivo;
  • Monitoramento junto ao síndico sobre espaços e áreas comuns do edifício, gerindo qualquer planejamento de mudanças;
  • Administração sobre o CNPJ, CCM e Certificado Digital do condomínio garantindo atualização e regularização sobre eventuais questões jurídicas;
  • Transcrição das atas do livro administrativo para documentos reconhecidos em cartório

Além disso, o suporte direto ao síndico é imprescindível. Da mesma forma, tirar dúvidas dos condôminos sempre que for acionada.

Não basta fazer uma listinha de moradores e gerar boletos.

Uma administradora tem que ser completa em ferramentas, estratégias e eficiência.

A qualidade de atendimento

Este assunto é um destaque à parte. Se logo no início não há um bom atendimento, esqueça! Não vai melhorar.

O atendimento bem-feito é aquele em que há vários canais de comunicação e que sejam eficientes. Assim como não deixar o condômino tanto tempo esperando ou sem resposta.

De que adianta oferecer telefone, e-mail, WhatsApp, chat, portais, apps, se a pessoa que está do outro lado para atender “não atende”?

Ter uma equipe bem preparada, preocupada em solucionar dúvidas e problemas é um diferencial para uma empresa que trabalha com gestão de pessoas.

Destacamos os seguintes pontos:

  • respostas objetivas;
  • comunicação clara e direta;
  • prioridade na relação humana;
  • funcionários treinados e facilitadores;

Com a pandemia ainda causando restrições e problemas de convivência, esta relação deve ser a mais empática possível. Sobretudo pela angústia e a situação de ficar “preso” em casa. Não é fácil.

Se houver um mau atendimento por parte da administradora, priora mais ainda.

Empresas atualizadas e que usam tecnologia

Outro ponto importante, são administradoras de condomínios modernas e bem desenvolvidas tecnologicamente.

Uma administradora que investe em tecnologia de ponta e inovação para um atendimento simples e confiável, proporciona agilidade e eficiência.

Ou seja, otimiza tempo e energia do síndico e moradores. Assuntos tal qual comunicados, convenção, regimento interno, pastas digitalizadas, classificados, etc., precisam ser acessíveis a qualquer morador registrado.

Ainda é possível obter vantagens para o condomínio com conveniências. Veja como em nosso artigo: Você já conhece as conveniências do Portal da Verti?

Como avaliar se administradora vai realmente contribuir com a gestão do síndico

Quando o síndico ou moradores pesquisam no mercado as administradoras de condomínios em sua região, acabam se deparando com algumas opções. Contudo, como saber se elas realmente vão prestar um serviço de qualidade?

Antes de tudo, é importante verificar se elas são empresas credenciadas no PROAD, SECOVI-SP e AABIC. Isso é premissa para ter a garantia de que os processos e atendimento são auditados e seguem um padrão de qualidade.

Além disso, é importante se atentar em:

  • quais as tecnologias apresentadas? O aplicativo é de fácil manuseio?
  • quais são as referências que ela apresenta?
  • qual a formação da equipe que vai te auxiliar?
  • quanto tempo tem de experiência no mercado?
  • o contrato de prestação de serviços vem de forma detalhada?
  • há algum protesto, negativação ou processo judicial contra ela?
  • como é o suporte técnico administrativo (planejamento, previsão orçamentária, avaliação de despesas)?
  • existe uma consultoria jurídica para dar assistência em diversos assuntos, especialmente na parte trabalhista?

 

Estas perguntas são apenas uma ideia inicial do que você precisa ficar atento quanto a qualidade e eficiência da empresa.

Conclusão

Cuidado com as administradoras que só querem cuidar da burocracia, não contribuem e esquecem do atendimento. A principal função do síndico é dar apoio e suporte ao síndico. Contudo, ela também deve contribuir em melhorias, antecipar problemas e direcionar as soluções.

Afinal de contas, ela é uma empresa especializada, lida com diversos empreendimentos e tem vivência em diversas situações.

Analise bem antes de contratar a sua administradora. Verifique referências e procure saber como é o atendimento dela. Isso já será um bom ponto de partida para uma boa contratação. Para lhe ajudar, veja nosso artigo: Atribuições da administradora de condomínios: quais serviços são de sua responsabilidade?

 

Assembleia virtual volta a ser recomendação na fase emergencial: conheça esse recurso no Portal da Verti.

A assembleia virtual volta a ser tema nos condomínios em São Paulo em razão da fase emergencial implementada pelo governo paulista! As restrições estão mais rígidas e isso afeta diretamente todos nós.

Dentre as restrições estão qualquer tipo de atividade em recintos fechados. Nesse ponto em específico, temos as assembleias condominiais.

Quais as orientações e como deve ser feita?

As recomendações para a assembleia virtual em condomínios

Uma circular da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic) recomenda a realização de uma assembleia virtual até o final da fase vermelha.

Pede que qualquer assembleia presencial seja suspensa ou reagendada até passar este momento crítico. Se for muito necessária, que se faça uma assembleia virtual para não ocorrer nenhuma possibilidade de aglomeração.

Quais os procedimentos para uma assembleia virtual?

Antes de tudo, o uso da assembleia virtual é um recurso tecnológico que colabora com a questão da saúde pública.

Sendo assim, existe todo um processo para esta realização e que os condomínios devem se atentar. Apesar de não ter uma padronização, há alguns passos essenciais a serem adotados. Vejamos:

  • pauta mais curta;
  • informação de como acessar a plataforma;
  • explicação de uso da ferramenta para o voto;
  • garantia de acessibilidade a qualquer condômino;
  • convocação clara dizendo que a assembleia é virtual;
  • esclarecimentos de dúvidas sobre o sistema (login, senha, registro, apuração etc.).

Como funciona a assembleia virtual no Portal da Verti

A Verti disponibiliza este recurso aos clientes em seu portal. O painel de início tem um design simples, fácil e bem agradável.

Todos os botões com seus devidos temas estão bem apresentados e de fácil localização.

Um quadro de acesso rápido fica à disposição logo na abertura para os assuntos mais acessados, entre eles o da “assembleia online”.

assembleia-virtual-tutorial-telaApós clicar em “Assembleia online”, o condômino deve concordar com os termos, colocar a data do evento e se inscrever.

Lembrando que os condôminos que se encontrarem em inadimplência não terão acesso.

Assembleias agendadas

Após a inscrição, outro quadro se abre e logo na parte superior você vê os botões de acesso, sendo eles:

  • Ordem do dia: constam todos os assuntos a serem discutidos durante a assembleia;
  • Discussão: você pode se manifestar sobre os assuntos e tirar dúvidas;
  • votação: onde você vota e efetivamente participa das decisões do condomínio;
  • encerramento: aparecerá o resultado da votação.

assembleia-virtual-tutorial-tela-2E ainda, para melhor auxiliar o condômino na assembleia online é disponibilizado (caso seja necessário) um quadro com material de apoio que pode conter vídeo ou apresentação.

E caso o morador não tenha um desktop ou notebook, a Verti disponibilizou um app com versões para Android e IOS. É só baixar o aplicativo e seguir o mesmo caminho.

Além de todos estes recursos, é possível também incluir, na própria plataforma, um link para debates via Zoom, caso o condomínio assim deseje. Feitos os debates, a votação pode ser feita pela própria plataforma Verti, garantindo o perfeito controle da apuração dos votos.

As assembleias são gravadas e todos os participantes são identificados através de seus IP´s.

A Verti, desta maneira, demonstra que está preparada e atualizada com todas as normas, regras e orientações para conduzir uma assembleia virtual com a devida segurança administrativa, jurídica e digital.

Quer saber mais sobre como utilizar nossa plataforma? Disponibilizamos materiais de apoio e suporte para síndicos e condôminos usarem nossas soluções com total segurança. Baixe nosso tutorial sobre assembleia online e saiba mais como usar essa ferramenta.

Autogestão em condomínios: Entenda os perigos para quem opta por ela.

Administrar um condomínio não é nada simples. Envolvem atividades em setores: jurídico, contábil e de recursos humanos, dentre outros. Deixar todas essas responsabilidades com o síndico pode ficar sobrecarregado. Neste artigo, entenda os perigos da autogestão em condomínios.

 

Hoje a administração de um condomínio é muito mais complexa do que se pensa. Além disso, há questões tributárias, financeiras e administrativas que não existiam antes. As leis mudaram, e a forma de administrar um condomínio, também mudou.

Por isso, deixar a administração de um condomínio sob a responsabilidade de apenas uma pessoa pode ser um GRANDE RISCO.

Especialmente quando essa pessoa não possui o conhecimento técnico necessário. A autogestão em condomínios pode ser uma forma menos eficaz de gerir um condomínio.

 

Perigos da autogestão

Para entender melhor os perigos da autogestão, basta considerar que todas essas questões financeiras, tributárias, administrativas, jurídicas e de recursos humanos deverão ser de responsabilidade do síndico.

O síndico deverá pagar a folha de funcionários, os tributos, fazer a prestação de contas, manter os livros do condomínio organizados e em dia.

Deverá, ainda, solucionar conflitos entre os moradores, GARANTIR que o condomínio cumpra as exigências de acessibilidade e segurança do trabalho, por exemplo.

Tudo isso acaba sendo muita responsabilidade para uma pessoa só.

Hoje em dia, algumas empresas disponibilizam sistemas de gestão condominial que prometem facilitar a administração do condomínio.

Porém, eles por si só não solucionam os problemas. Quem vai utilizá-los, antes de tudo, tem que saber o que é gestão de condomínios.

Sistemas assim, são uma ótima alternativa quando se tem uma administradora contratada dando apoio. Pois, ela tem o conhecimento das necessidades de um condomínio.

 

Por que os condomínios optam pela autogestão condominial?

Muitas vezes, a decisão pela autogestão condominial ocorre por questões financeiras. Os moradores escolhem administrar o condomínio para não gastar tanto com uma administradora.

Em alguns condomínios essa solução pode até funcionar. Mas, é preciso ter um síndico muito organizado e dedicado para que isso ocorra.

Ainda, ele deve ter o mínimo de CONHECIMENTO TÉCNICO sobre gestão de condomínios.

Porém, não é o que costuma ocorrer. Por falta de conhecimento, o síndico acaba cometendo erros, alguns primários.

Esses erros podem prejudicar toda a gestão do condomínio.

Além disso, esse modelo de administração pode trazer outros RISCOS, tanto para o síndico quanto para os moradores.

 

O Síndico e a Autogestão de Condomínios

O síndico precisa ser uma pessoa IMPARCIAL, para não tomar lados na resolução de conflitos. Agir apenas visando o que é correto e o que está na lei.

O síndico NÃO DEVE se envolver emocionalmente nas decisões que toma. O que ocorre é que muitas vezes acaba se tornando um refém da convivência com os outros moradores.

A autogestão em condomínios não permite a figura do “síndico parça”.

O síndico deve ser uma pessoa de fácil acesso e fácil comunicação. Ele está lá para garantir o cumprimento das regras, não para tomar partido de determinado morador.

Uma questão que se torna delicada quando o síndico é morador é cobrar os condôminos inadimplentes. O fato de serem pessoas com as quais ele convive ou encontra eventualmente, pode tornar a tarefa desagradável.

Por isso, é bem melhor quando essa cobrança é feita por alguém que não possui nenhum relacionamento com o devedor.

Cobranças feitas pelo síndico podem ser apenas extrajudicial. Para a cobrança judicial, será necessária a contratação de um advogado.

Além disso, a autogestão em condomínio apresenta outros riscos.

 

Veja alguns dos principais Riscos com Autogestão de Condomínios

  1. Falta de conhecimento do síndico sobre questões jurídicas e contábeis, entre outras;
  2. Desistência do grupo de apoio, deixando o síndico isolado com as suas obrigações e decisões;
  3. Aplicação de soluções “caseiras” para assuntos técnicos/legais (utilização de áreas comuns, reformas, etc.);
  4. Não há tanta economia assim, o condomínio vai precisar de contadores, advogados, etc.

 

Da mesma forma, contratar um contador também pode se tornar necessário. O que onera ainda mais os custos do condomínio.

 

Qual seria a solução?

Nesses casos, o indicado é contratar uma empresa que possua tanto esses profissionais quanto outros capacitados para ajudar no processo de gestão do condomínio.

O custo entre contratar diversos profissionais diferentes ou uma única empresa acaba não sendo tão diferente. O assunto deve ser discutido em assembleia e votado por todos os moradores. É preciso discutir, ponderar e avaliar a situação para se fazer a melhor escolha para o condomínio.

Alguns fatores são relevantes, como a quantidade de unidades. Um condomínio pequeno é mais fácil de ser autogerido. Ainda assim, é preciso que exista uma pessoa disposta a assumir a autogestão do condomínio.

Essa pessoa deve ter disponibilidade de tempo para se dedicar ao condomínio. E, o mais importante. Ela deve QUERER SER SÍNDICO.

Por isso, é imperativo que a opção pela autogestão seja tomada de forma coletiva e consciente. Devem ser pesados os prós e os contras e decidir de acordo com a maioria.

 

Conclusão

A gestão de condomínios vem se tornando cada vez menos indicada e complexa. Em muitos casos, o síndico tem dificuldade em fazer todo o trabalho sozinho, por falta de conhecimento ou falta de tempo.

Por isso, optar por uma administradora em vez de preferir a autogestão em condomínios pode acabar sendo uma solução mais prática, pois tornará o trabalho mais profissional.

 

Conheça as soluções que a Verti tem para administrar seu condomínio. Investimos em tecnologia para facilitar a vida de todos os envolvidos no empreendimento, desde a construtora, passando pela equipe administrativa do condomínio e moradores. Veja em nossa página de serviços o que nos diferencia do mercado.

 

Atribuições da administradora de condomínios: quais serviços são de sua responsabilidade?

Administradoras de condomínio são empresas especializadas na gestão de condomínios. Contam com mão de obra qualificada e exercem atividades em diversos setores. Neste artigo, conheça as principais atribuições da administradora de condomínios.

 

Administrar bem um condomínio envolve atividades em diversos setores, como jurídico, contábil e de recursos humanos. Por essa razão, vários condomínios optam por contratar uma empresa especializada, que possui em seu quadro de colaboradores profissionais dessas áreas.

A empresa atua ajudando o síndico na resolução de diversas questões, mas também possui suas próprias incumbências.

Nas atribuições da administradora de condomínios estão a gestão de recursos humanos, gestão financeira e gestão administrativa.

Conheça quais são os principais serviços realizados pela administradora de condomínios dentro de cada atribuição:

 

Gestão de Recursos Humanos

 Um condomínio requer uma administração específica e complexa, semelhante à de uma empresa.

A gestão de Recursos Humanos vai além de apenas efetuar o pagamento da folha dos funcionários ao final de cada mês.

É preciso verificar uma série de procedimentos, de direitos dos funcionários e garantir que tudo esteja funcionando em conformidade com a lei.

Para isso, são atribuições da administradora de condomínios principalmente: 

  1. Processo seletivo de funcionários;
  2. Admissão e registro de funcionários;
  3. Treinamento de funcionários e fornecimento de EPIs, quando necessário;
  4. Controle das rotinas trabalhistas, nos termos da legislação em vigor;
  5. Transmissão de informações diárias à plataforma e-Social;
  6. Elaboração de quadro de horários atualizado;
  7. Controle do pagamento de salário-família, adicionais e outros benefícios;
  8. Elaboração de escala de revezamento e férias;
  9. Confecção e entrega de crachás;
  10. Controle do ponto dos funcionários;
  11. Negociação e elaboração de termos de rescisão;
  12. Preenchimento e controle de documentações para pedido de concessão de aposentadoria;
  13. Controle e verificação de atestados de afastamento para pedido de concessão de auxílio-doença, dentre outros.

 

Gestão Financeira

 Para atribuições da administradora de condomínios na gestão financeira, ela precisa de profissionais da área contábil.

Esses profissionais podem integrar o quadro da empresa ou serem terceirizados.

A administradora sempre deve manter os livros e documentos contábeis e fiscais do condomínio em dia. Bem como que enviar relatórios periódicos ao síndico sobre a saúde financeira do condomínio.

Dentre as principais atribuições da administradora de condomínios na gestão financeira, estão: 

  1. Elaboração e acompanhamento de questões orçamentárias;
  2. Emissão de boletos bancários para pagamento de taxas do condomínio;
  3. Criação de quadro de rateios;
  4. Cobranças extrajudiciais de inadimplentes – via, cartas, e-mails e telefone;
  5. Controle de vencimento de contas a pagar e realização dos pagamentos;
  6. Gestão de retenção de tributos sobre pagamentos e recolhimento;
  7. Prestação de contas – pasta, portal e App.

 

Importante destacar que uma boa administradora de condomínios deve ter soluções tecnológicas que facilitam o acompanhamento das contas do condomínio.

Saiba mais como o Portal de gestão condominial da Verti ajuda a administrar seu condomínio.

 

Acesse nossa página: Portal de gestão condominial da VERTI.

 

Gestão Administrativa 

O grande número de processos e atividades para a gestão administrativa de um condomínio faz com que, cada vez mais, se faça necessária a contratação de uma administradora.

A transmissão dessa gestão do síndico para a administradora, permite que ele gaste menos tempo com questões burocráticas.

Dessa forma, passa a ter mais tempo para lidar com outros problemas, bem como para implementar melhorias em prol da coletividade de moradores.

Veja quais são as mais importantes atribuições da administradora de condomínios para a gestão administrativa: 

  1. Atendimento aos moradores, com fornecimento e esclarecimento de dúvidas sobre eventuais problemas administrativos;
  2. Supervisão e controle sobre os mandatos dos síndicos e do conselho consultivo;
  3. Monitoramento junto ao síndico sobre espaços e áreas comuns do edifício, gerindo qualquer planejamento de mudanças;
  4. Administração do CNPJ, CCM e Certificado Digital do condomínio, garantindo atualização e regularização de eventuais questões jurídicas;
  5. Transcrição das atas do livro administrativo para documentos reconhecidos em cartório.

 

 

Conclusão

Neste artigo, você pôde entender melhor qual o papel e as atribuições da administradora de condomínios.

Pôde perceber também que os serviços de empresas especializadas em gestão condominial, têm se tornado cada vez mais relevantes e essenciais.

Principalmente devido à complexidade de se gerir um condomínio, em seus vários aspectos.

Uma boa administradora condominial com profissionais qualificados, que podem facilitar muito o dia a dia do síndico.

 

Conte com a Verti para administrar o seu condomínio de maneira profissional e eficiente. Prezamos pelo fator humano em nosso atendimento, mesmo com toda tecnologia e informatização de processos. Conheça nossos serviços!

 

O que é gestão de condomínios? Quais são os modelos que existem?

Condomínios são espaços particulares que possuem demandas e regras reguladas por lei. Por isso, para administrá-lo bem, requer uma gestão específica. Estamos falando da gestão de condomínios. Veja nesse artigo alguns modelos de gestão e qual o seu papel nesse complexo mundo da vida condominial.

 

Fazer uma boa gestão de um condomínio é algo nada fácil. Envolve atividades administrativas, jurídicas, contábeis e sociais que síndicos e administradoras (ou ambos) precisam realizar da melhor maneira possível.

 

E por qual motivo? Para garantir o cumprimento dos direitos e obrigações de todos que vivem em um condomínio.

 

Entretanto, moradores e síndicos não sabem exatamente o que se trata administrar um condomínio. Pensam ser só cobrar a cota condominial ou multar alguém que descumpre alguma regra.

 

Vamos entender um pouco mais sobre esse conceito e conhecer os modelos de gestão mais utilizados pelos condomínios?

 

O que é gestão de condomínio?

Gestão de condomínio é um conjunto de práticas para garantir os direitos e os deveres de propriedade individual exclusiva e a propriedade comum.

 

Em outras palavras, é uma atividade que busca atender as demandas dos condôminos e do empreendimento ao mesmo tempo.

 

No Brasil, as leis que regulam o assunto são principalmente o Código Civil e a Lei nº 4.591/54, atualizada, dentre outras, pela Lei nº 10.931/2004.

 

Principais funções na gestão de condomínios

  • Síndico
  • Zelador
  • Conselheiros
  • Porteiros
  • Administradora de condomínios

Quem pode administrar um condomínio?

Todo o condomínio precisa eleger um síndico, está previsto no Código Civil Art. 1.347.

 

O síndico é o representante legal do condomínio, o que significa que, diante de qualquer processo (judicial ou não), ele representa os interesses dos moradores.

 

Ele deve zelar pelo patrimônio e garantir o bem-estar de todos os condôminos. Mas, nem sempre é possível cuidar de todas as atividades administrativas sozinho.

 

Por isso, alguns condomínios acabam optando por contratar uma empresa de administração de condomínios ou síndico profissional para fazer a sua gestão.

 

Isso só é possível porque conforme o artigo 1348 do Código Civil:

 

“O síndico pode transferir a outrem, total ou parcialmente, os poderes de representação ou as funções administrativas, mediante aprovação da assembleia, salvo disposição em contrário da convenção”.

 

Modelos de gestão de condomínios

A gestão de um condomínio precisa ser competente, séria e profissional.

 

Isso, por si só, já ajuda a entender o quão importante ela deve ser. Porém, dependendo do modelo adotado, os resultados da gestão podem ser desastrosos.

 

Entenda um pouco mais e veja que, no geral, existem dois modelos de gestão de condomínios.

 

Um deles requer uma atenção e cuidado especial. Você imagina qual é?

 

Autogestão de condomínios

A autogestão ocorre quando apenas moradores do condomínio, eleitos em assembleia, fazem a gestão do condomínio. Condomínios menores geralmente elegem um síndico e três conselheiros fiscais.

 

Esse é um modelo, cada vez menos adotado.

 

Em virtude da complexidade que a gestão de condomínios tem e do conhecimento técnico exigido do síndico, a autogestão pode trazer alguns problemas sérios aos condomínios.

 

Ao síndico cabe afazeres como:

– Contratação de colaboradores e pagamento da folha;

– Pagamento das despesas do condomínio;

– Cobrança de inadimplentes;

– Prestação de contas.

 

 

Por isso, grande parte dos condomínios tem optado pela contratação de uma empresa de gestão de condomínios.

 

Administradora de condomínios

A maior importância de uma administração exercida por uma empresa é a inserção do caráter profissional nas rotinas e monitoramento do condomínio.

 

Basicamente, uma empresa administradora cobre todos os quesitos de uma autogestão, com o adicional de uso da tecnologia, conhecimentos técnicos e atualizados sobre o setor.

 

De uma maneira simples, a empresa administradora é o preposto do síndico. E é ela quem o auxilia e aponta os caminhos mais viáveis para o cumprimento das metas e para a melhoria geral, executando centenas de rotinas administrativas e consultoria.

 

Porém, as atribuições mais relevantes continuam dependendo da aprovação do síndico, como contratação de colaboradores e pagamentos.

 

A administradora de condomínios não substitui o síndico, apenas passa a atuar em conjunto dele.

 

Agregando ferramentas próprias, mão de obra especializada e conhecimento técnico. Em outras palavras, torna a administração do condomínio algo profissional.

 

Conclusão

Nesse artigo de hoje você pode entender um pouco mais sobre o conceito do que é gestão de condomínios.

 

Também viu os principais modelos que existem e, além disso, quem pode administrar um condomínio.

 

De fato, apresentamos que para uma boa gestão de condomínio, cada vez mais complexa, é preciso profissionalismo e experiência. Quer seja ela feita pelos próprios moradores ou por uma empresa.

 

Lembramos que o modelo de gestão a ser adotado pelo condomínio deve ser uma decisão soberana da assembleia.

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Fim de ano em condomínio: 4 dicas para o síndico planejar o novo ano

Estamos próximos de encerrar mais um ano difícil para todos nós, agora é relaxar um pouco, montar a decoração natalina e pensar em novos caminhos. No condomínio é a hora do síndico planejar o novo ano, prestar contas do mandato vigente, organizar a escala de funcionários e cuidar para que todos fiquem bem e em segurança durante as festividades.

Neste artigo vamos apresentar algumas dicas para o síndico encerrar o mês de dezembro e se preparar para o ano que entra.

Questões de escala de funcionários, pagamentos, organização financeira, previsão orçamentária e apresentação de contas ainda estão na pauta de dezembro. Assim, como os cuidados com a segurança durante as festividades.

Veja 4 dicas de como o síndico pode terminar o ano com tudo em ordem e planejar o próximo com as ferramentas disponíveis no Portal da Verti.

1) Preparar a prestação de contas

Normalmente, no final de dezembro ou começo janeiro, haverá uma assembleia para aprovar as contas do ano e ratificar a previsão orçamentária do próximo.

Organize a pasta do condomínio com documentação necessária para a apresentação ao conselho. A Verti fornece mensalmente a pasta digital já organizada para facilitar o trabalho do síndico e Corpo Diretivo.

Analise antes de apresentar os resultados. Se necessário, entre no portal da Verti e busque mais detalhes de alguma conta. Na sua área de finanças existem funcionalidades que permitem detalhar as despesas ou receitas.

Após a aprovação, o próximo passo é a previsão orçamentária. O balanço contábil consolidado e os demonstrativos de despesas organizados, facilitam para o síndico fazer esta previsão.

Não deixe de observar pontos importantes como, por exemplo: fundos de reserva, obras e histórico de inadimplências.

Importante: conhecer a saúde financeira do condomínio é pré-requisito para o síndico planejar o novo ano.

2) Protocolos de segurança com a COVID-19 e com o período de férias

Com a pandemia, o Natal e o Réveillon não serão como nos anos anteriores. Os protocolos de segurança para a covid-19 devem continuar sendo seguidos.

O síndico deve reforçar as orientações de higiene e limpeza, circulação e aglomeração de pessoas em áreas comuns, que precisa ser evitada.

Reforce as orientações de segurança para a portaria, funcionários e moradores.

Utilize sua área de comunicação no Portal da Verti para criar comunicados de forma simples e rápida.

Emita comunicados para:

– lembrar as medidas de segurança para quem for viajar. Como, por exemplo, desligar equipamentos eletrônicos, fechar registros (especialmente o gás), verificar torneiras e janelas abertas.

– enfatizar as regras de sociabilidade e barulho para aqueles que ficarem em casa. Será um momento em que as pessoas podem extravasar tudo que passaram no ano. Entretanto, deve-se respeitar as normas do condomínio.

Para o síndico planejar o novo ano, questões de isolamento devem ser mantidos e a segurança precisa de mais atenção.

3) Não deixe de organizar financeiramente o ano seguinte

Assembleia à parte, para o síndico planejar o novo ano, a organização financeira não pode ser deixada de lado. O ritmo continua o mesmo.

Planejar ações com antecedência vai otimizar seu tempo e energia. Aproveite para verificar, rever e analisar:

  • seguro do condomínio;
  • renovação de contratos;
  • 13º salário e férias dos funcionários;
  • Histórico de gastos: manutenções preventivas, pagamentos de fornecedores, impostos, contas de consumo, despesas não programadas;
  • A receita do ano; e
  • Percentual de inadimplência.

Use o portal da Verti para analisar o fluxo financeiro do ano que se encerra. Sempre se tem a aprender com experiências vividas durante o ano.

No menu finanças você encontrará funcionalidades que lhe permitem fazer esse balanço e verificar quais melhorias serão necessárias para o próximo ano.

Uma boa análise financeira permite ao síndico planejar o novo ano para uma gestão mais tranquila e ciente dos recursos que o condomínio dispõe.

4) Planeje a escala de funcionários para Natal e Ano Novo

Como comentamos acima, a época de Natal e Ano Novo requer alguns cuidados especiais. Lembre-se de montar um plano de revezamento junto aos funcionários. São dois feriados próximos que pode acumular férias.

Os serviços de limpeza, manutenção e segurança não podem parar por completo.

Com certeza aumentará o lixo. Desse modo, lixeiras e depósitos de lixo devem ser os locais de maior atenção. Importante lembrar que o acúmulo provoca o aparecimento de baratas, ratos e odores desagradáveis.

Se necessitar de um folguista é importante avisar aos moradores quem é o funcionário temporário e quem substituirá. Oriente o zelador a passar o trabalho detalhadamente.

Resumindo

A chegada de um novo ano demanda atividades específicas na administração de qualquer condomínio. Além de se preparar para as festas, cabe ao síndico planejar o novo ano.

A gestão financeira sempre é um ponto que deve ser observado com atenção, portanto, é imprescindível ter ferramentas que ajudem na análise detalhada.

O portal da Verti possui ferramentas que ajudam o síndico a planejar fim de ano. Conheça as funcionalidades para administração de condomínios e facilite a sua gestão no próximo ano. Portal de gestão condominial da VERTI: seu condomínio administrado com um toque.

Portal de gestão condominial da VERTI: seu condomínio administrado com um toque.

Você já conhece as funcionalidades que o App/Portal da Verti traz para a administração do seu condomínio? São ferramentas que facilitam a vida do síndico e condôminos. Elas permitem que a gestão condominial do seu prédio tenha maior eficiência, agilidade e transparência. Confira neste artigo algumas das principais!

Você já reparou o quanto passamos a utilizar mais tecnologia em nosso dia a dia? São diversas soluções que facilitam as nossas vidas e otimizam o nosso tempo. Aplicativos de banco, lojas virtuais, alimentos, táxi, agendar consulta médica, faculdade e por aí vai.

Tudo isso com apenas um toque na tela do celular, até gerir um condomínio. Isso mesmo! A administração de um condomínio também já pode ser realizada de maneira digital.

Confira agora as principais funcionalidades que facilitam a gestão do seu condomínio, disponíveis para síndicos e condôminos no App/Portal da Verti. No final do artigo você terá um exemplo real.

Finanças na Gestão condominial

Sem dúvida alguma, as finanças são um dos temas mais importantes em um condomínio. Por isso merece um destaque inicial.

O App/Portal da Verti possui uma área de finanças com recursos que permitem você acompanhar mensalmente a saúde financeira do condomínio.

São recursos fáceis de utilizar e que permitem a verificação de como andam as contas do condomínio. Na área de finanças você tem a sua disposição:

  • Gráficos e Planilhas online;
  • Prestação de contas online;
  • Verificação das cotas pendentes;
  • Histórico de pagamentos;
  • Emissão de bolero e
  • Emissão de certidão negativa de débitos condominiais.

Ainda na área de finanças, é possível gerar relatórios, baixar e imprimir os arquivos. Tudo isso para facilitar a vida do síndico e condômino!

Comunicação para facilitar o dia a dia

Assim como em outras áreas, a comunicação ágil e direta é uma ferramenta importante para a gestão de qualquer condomínio. Muitas vezes, síndicos e condôminos precisam se comunicar de forma rápida e eficiente.

Para isso, podem utilizar a área de comunicação do App/Portal da Verti. Com ela, você fica a par do dia a dia do condomínio através do recebimento de comunicados, dicas e avisos importantes para a vida condominial.

Também é possível efetuar a abertura de ocorrências, falar com o síndico ou sua administradora. O que antes era realizado no antigo livro de ocorrências localizado na portaria, agora pode ser feito no menu Fale com o Síndico. Tudo de forma rápida e com emissão de número de protocolo, garantido o controle e segurança das informações.

Além disso, possibilita que o condomínio economize com a emissão de papel e impressos. Colaborando também para a sustentabilidade do meio ambiente.

O que mais o portal de gestão de condomínios da Verti tem para facilitar a comunicação?

Por sabermos que a comunicação é um grande pilar em qualquer condomínio, disponibilizamos em nosso portal outras funcionalidades que trazem mais comodidade e conveniência ao síndico e condôminos.

São elas:

  • Assembleia online;
  • Realização de enquetes;
  • Fórum;
  • Eventos e
  • Vídeos.

Lembrando que você pode acessá-las pelo App onde quer que você esteja!

Gestão condominial com agendamentos e reservas de espaços online

Com a necessidade de manter o distanciamento social, por conta da pandemia, o uso de espaços comuns passou a demandar agendamentos e reservas de horários para evitar a aglomeração de condôminos.

Porém, mesmo antes de passarmos por este momento difícil, já existia a necessidade de se organizar o uso de áreas como churrasqueira e salão de festas.

Tão logo isso passe, e voltemos a usufruir normalmente das áreas comuns, você poderá realizar sua reserva ou agendamento, via App ou portal. Basta acessar o ícone de Reserve um ambiente disponível nos acessos rápidos da página inicial do seu login.

Documentos importantes para quem vive em um condomínio

Outra facilidade que você vai encontrar é o acesso aos principais documentos relacionados ao dia a dia de uma gestão condominial.

Com apenas um toque na tela do seu celular é possível ver de forma rápida e dinâmica:

  • Atas de Assembleias realizadas e suas deliberações;
  • Circulares;
  • Convenção e Regulamento interno;
  • Código Civil e Lei do condomínio;
  • Estatutos e
  • Procurações.

Dessa forma, você ficará por dentro das principais informações documentadas no seu condomínio.

Portal de gestão condominial da VERTI facilitando a vida de quem vive em um condomínio

Somente uma administradora de condomínio como a Verti para CONECTAR O SEU CONDOMÍNIO ÀS MELHORES SOLUÇÕES. Investimos em tecnologia para facilitar a vida de todos os envolvidos no empreendimento desde a construtora, passando pela equipe administrativa do condomínio e moradores.

Além das funcionalidades apresentadas neste artigo você vai encontrar muitas outras mais!

Ainda não baixou o nosso APP? Baixe já e descubra como a vida em condomínio pode ser mais conveniente.

Conforme prometemos no início deste artigo, veja agora um rápido exemplo real de como funciona o App/Portal da Verti. Preparamos um vídeo tutorial para você conhecer melhor a funcionalidade de Gráficos online. Veja agora!