Manutenção predial em condomínios: como planejar e evitar custos desnecessários

Manutenção predial em condomínios: como planejar e evitar custos desnecessários

Manter um condomínio em bom estado vai muito além de resolver problemas quando eles aparecem. Na prática, a manutenção predial exige planejamento, organização e acompanhamento constante.

No entanto, muitos síndicos ainda lidam com esse tema de forma reativa. Ou seja, as intervenções acontecem apenas quando surge uma necessidade urgente.

Por isso, entender como planejar a manutenção do condomínio é essencial para evitar custos desnecessários, reduzir riscos e preservar o patrimônio.

Além disso, uma gestão bem estruturada permite antecipar demandas e tomar decisões mais seguras ao longo do tempo.

Por que a manutenção predial não pode ser reativa

Quando a manutenção acontece apenas em situações emergenciais, os custos tendem a ser maiores. Além disso, o impacto na rotina dos moradores também costuma ser mais significativo.

Por outro lado, quando existe planejamento, o condomínio ganha previsibilidade, organização e mais controle financeiro.

Portanto, a manutenção deve ser tratada como parte da gestão, e não apenas como uma solução pontual.

Principais tipos de manutenção em condomínios

De forma geral, a manutenção predial pode ser dividida em três categorias:

  • Preventiva: realizada de forma periódica para evitar problemas
  • Corretiva: realizada após a identificação de falhas
  • Emergencial: necessária em situações críticas

Além disso, quanto maior o foco na manutenção preventiva, menores tendem a ser os custos ao longo do tempo.

Como organizar o planejamento de manutenção

Para estruturar a manutenção do condomínio, é fundamental ter um plano bem definido. Dessa forma, o síndico consegue organizar prioridades e evitar decisões emergenciais.

Esse planejamento deve considerar:

  • inspeções periódicas
  • avaliação técnica das estruturas
  • definição de cronograma
  • previsão orçamentária

Além disso, contar com apoio na gestão ajuda a organizar essas etapas de forma mais eficiente.


Veja como funciona a administração de condomínios e seus custos

Manutenção e controle de custos caminham juntos

Muitas vezes, o síndico busca reduzir custos sem considerar o impacto da manutenção.

No entanto, a falta de planejamento pode gerar exatamente o efeito contrário: gastos maiores ao longo do tempo.

Por isso, uma gestão organizada permite equilibrar investimento e economia.


Veja como reduzir custos no condomínio

A importância da organização na gestão de obras

Além do planejamento técnico, a execução também exige organização. Ou seja, é necessário estruturar cronograma, comunicação e acompanhamento das atividades.

Dessa forma, o condomínio evita transtornos e melhora a experiência dos moradores durante a obra.

Além disso, uma boa gestão reduz riscos e melhora o resultado final.

Comunicação: um fator essencial na manutenção

Outro ponto fundamental é a comunicação com os moradores. Quando as informações são claras, o nível de ruído diminui e a colaboração aumenta.

Por isso, é importante comunicar prazos, etapas e possíveis impactos com antecedência.

Como uma administradora apoia a gestão da manutenção

Mais do que executar tarefas administrativas, uma boa administradora atua como suporte para o síndico na organização da gestão.

Além disso, ela ajuda a estruturar processos, acompanhar demandas e garantir mais controle ao longo do tempo.


Veja o que faz uma administradora de condomínio na prática

Uma boa gestão de manutenção não depende apenas de decisões pontuais — ela exige organização, planejamento e acompanhamento contínuo.

Por isso, síndicos que contam com uma administradora de condomínios em São Paulo conseguem ter mais controle, previsibilidade e segurança na condução dessas demandas.


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Quer aprofundar a gestão do seu condomínio?

Se você deseja estruturar melhor a gestão e modernizar o seu condomínio, vale acessar os materiais abaixo:

Perguntas frequentes

O que é manutenção predial em condomínio?

É o conjunto de ações necessárias para conservar a estrutura e evitar problemas futuros.

Como reduzir custos com manutenção?

Com planejamento, manutenção preventiva e organização da gestão.

Qual o papel do síndico na manutenção?

Ele deve organizar, acompanhar e garantir que as ações sejam realizadas corretamente.

Uma administradora ajuda na manutenção?

Sim. Ela auxilia na organização, planejamento e acompanhamento das demandas.

A instalação de gás do seu condomínio está realmente segura?

Sistema de gás no condomínio: como evitar riscos com uma gestão bem orientada

A gestão de um condomínio envolve uma série de responsabilidades que vão muito além da rotina administrativa.

Entre elas, garantir a segurança das instalações é uma das mais importantes. Nesse contexto, o sistema de gás merece atenção especial, pois impacta diretamente o dia a dia dos moradores, a operação do edifício e a tranquilidade do síndico.

Além disso, a forma como esse sistema é acompanhado, mantido e gerido pode influenciar não apenas a segurança, mas também os custos, a previsibilidade da operação e a tomada de decisão no condomínio.

Por isso, entender como funciona a gestão do sistema de gás é essencial para qualquer síndico que busca uma administração mais eficiente e segura.

Neste conteúdo, você vai entender os principais pontos de atenção e por que um síndico bem orientado precisa contar com uma boa administradora de condomínios em São Paulo para conduzir esse tema com mais segurança.

Quando a instalação de gás é considerada segura

A instalação de gás em um condomínio é considerada segura quando nasce de um projeto técnico adequado, executado por empresa especializada e alinhado às normas vigentes.

Além disso, o sistema precisa seguir as exigências aplicáveis, especialmente as normas da ABNT e as orientações dos órgãos responsáveis. Dessa forma, o condomínio reduz riscos e aumenta a confiabilidade da operação.

Um sistema seguro começa com definições corretas em pontos como:

  • tubulações dimensionadas adequadamente,
  • materiais apropriados para o sistema,
  • localização correta dos medidores,
  • ventilação adequada dos ambientes,
  • posicionamento técnico dos abrigos de gás.

Além disso, toda instalação deve contar com laudos técnicos, testes de estanqueidade e aprovações necessárias para funcionar com segurança.

Principais cuidados na manutenção do sistema de gás

No entanto, a segurança do sistema não depende apenas da instalação inicial. Pelo contrário, ela exige manutenção contínua e acompanhamento frequente.

O gás é indispensável no dia a dia de muitos condomínios. Ainda assim, qualquer vazamento, mesmo pequeno, pode gerar riscos graves, como explosões, incêndios e intoxicações.

Por isso, o condomínio precisa manter um plano de manutenção preventiva, com inspeções periódicas na rede, nos registros, nas válvulas, nos medidores e nos demais pontos críticos.

Além disso, a realização periódica de testes de vedação ajuda a identificar falhas antes que elas se transformem em problemas maiores.

Na prática, o risco não costuma aparecer de uma vez — ele cresce quando a gestão deixa de acompanhar o básico.

Por isso, contar com uma administradora de condomínios em São Paulo que ajude o síndico a organizar manutenções, acompanhar prestadores e orientar decisões faz toda a diferença.

Veja também:

o que faz uma administradora de condomínio na prática

Orientação aos moradores e controle de intervenções

Outro ponto essencial é a orientação aos moradores. Muitas ocorrências começam com intervenções internas feitas sem acompanhamento técnico.

Por exemplo, reformas em cozinhas, trocas de fogão, alterações em aquecedores e mudanças de layout podem afetar diretamente a segurança da rede.

Por isso, o síndico deve estabelecer regras claras no regulamento interno, exigindo comunicação prévia e acompanhamento profissional em qualquer modificação que envolva o sistema de gás.

Além disso, uma gestão organizada evita improvisos e reduz conflitos entre moradores e administração.

Regularização e modernização em condomínios antigos

Nos condomínios mais antigos, ainda é comum encontrar sistemas de gás com adaptações acumuladas ao longo dos anos.

Como resultado, esse cenário aumenta o risco operacional e reduz a previsibilidade da gestão. Nesses casos, a regularização da rede deixa de ser apenas recomendável e passa a ser prioridade.

Além disso, a modernização não deve ser vista apenas como custo. Na prática, ela representa investimento em segurança, valorização patrimonial e prevenção de problemas futuros.

Quando avaliar a troca do sistema coletivo pelo individual

Um tema que costuma gerar dúvidas entre síndicos e conselhos é a migração do uso coletivo para o uso individual de gás.

No entanto, essa decisão não deve partir apenas de percepção ou desconforto dos moradores. Antes disso, ela precisa considerar critérios técnicos, operacionais e financeiros.

O sistema coletivo pode oferecer vantagens importantes, como centralização da manutenção da rede principal e maior controle do fornecimento. Por outro lado, ele também exige uma gestão mais rigorosa, atenção ao rateio e acompanhamento constante.

Em muitos condomínios, a individualização passa a ser discutida quando surgem:

  • vazamentos recorrentes em prumadas antigas,
  • dificuldade de acesso às unidades para inspeções,
  • conflitos frequentes sobre cobrança coletiva,
  • limitações estruturais para modernizar a rede central.

Por isso, essa avaliação deve sempre ser conduzida com planejamento e orientação adequada.

Consumo, cobrança e gestão

Outro fator relevante é a relação entre consumo e cobrança.

Quando não há medição individual, o rateio tende a gerar insatisfação, principalmente quando moradores percebem desequilíbrio entre uso real e valor pago.

Por outro lado, a individualização pode trazer mais justiça na cobrança, estimular consciência de consumo e facilitar a gestão financeira do condomínio.

Além disso, decisões como essa mostram como segurança, operação e administração caminham juntas no dia a dia condominial.

A decisão precisa ser técnica, mas a gestão precisa ser estratégica

A troca do sistema coletivo pelo individual, assim como a manutenção da rede existente, não deve ser tratada apenas como questão técnica.

Além do laudo e da análise de viabilidade, o síndico precisa considerar impacto em áreas comuns, custos envolvidos, cronograma, comunicação com moradores e aprovação em assembleia.

Dessa forma, fica claro que o papel da administração é central: organizar processos, apoiar decisões e conduzir o condomínio com mais segurança e previsibilidade.

Inclusive, essa visão mais ampla se conecta diretamente com a forma como o condomínio administra seus custos e sua operação. Veja também:


como funciona a administração de condomínios e seus custos

Por que uma boa administradora faz diferença nesse processo

Na prática, o síndico não precisa enfrentar sozinho decisões que envolvem segurança, manutenção e operação do condomínio.

Quando ele conta com uma boa administradora de condomínios em São Paulo, a gestão ganha mais organização, mais controle e mais capacidade de antecipar riscos.

Além disso, uma administradora estruturada ajuda o síndico a:

  • acompanhar contratos e manutenções,
  • organizar prazos e obrigações,
  • reduzir improvisos e decisões reativas,
  • conduzir assembleias com mais clareza,
  • tomar decisões com mais segurança para o condomínio.

Por isso, temas técnicos como esse também revelam a importância de escolher bem quem administra o condomínio.

Se você quer aprofundar esse ponto, vale ler também:


como escolher uma administradora de condomínios em São Paulo

Conclusão

Em resumo, o sistema de gás deve ser tratado como um ativo crítico dentro do condomínio.

Ou seja, ele exige instalação adequada, manutenção contínua, controle de intervenções e decisões bem orientadas.

Além disso, a segurança da rede não depende apenas da estrutura física. Ela depende também da forma como o condomínio organiza sua gestão e conduz seus processos.

Por isso, um síndico bem orientado precisa contar com uma administradora de condomínios em São Paulo que ajude a organizar a rotina, antecipar riscos e apoiar decisões importantes no dia a dia.

Se você quer melhorar a gestão do seu condomínio e contar com mais apoio para conduzir decisões com segurança, este é um bom momento para rever a administração atual.


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Perguntas frequentes sobre sistema de gás em condomínios

Quem é responsável pela manutenção do sistema de gás no condomínio?

A responsabilidade é do condomínio, sob condução do síndico. No entanto, com o apoio de uma administradora, esse acompanhamento se torna mais organizado e seguro.

Com que frequência o sistema de gás deve ser inspecionado?

Isso depende das normas aplicáveis e das características do sistema. De modo geral, inspeções e testes periódicos são essenciais para reduzir riscos e evitar falhas.

Vale a pena individualizar o sistema de gás?

Depende do cenário técnico, operacional e financeiro. Por isso, a decisão precisa ser baseada em estudo de viabilidade e boa orientação de gestão.

Como uma administradora ajuda nesse tipo de decisão?

Ela ajuda o síndico a organizar processos, acompanhar contratos, orientar assembleias e conduzir decisões com mais segurança e previsibilidade.

Quando vale a pena rever a administração do condomínio?

Quando há falhas recorrentes, falta de controle, dificuldade para conduzir manutenções e riscos operacionais. Nesse caso, revisar a administração pode ser o primeiro passo para melhorar a gestão.

Falta de energia em condomínios: quando considerar a instalação de gerador

Falta de energia em condomínios: quando considerar a instalação de gerador

Quedas de energia são situações mais comuns do que deveriam. No entanto, quando acontecem em condomínios, os impactos vão muito além do desconforto momentâneo.

Na prática, a falta de energia pode comprometer segurança, operação e até o funcionamento básico do edifício. Por isso, muitos síndicos começam a avaliar a necessidade de um gerador.

Além disso, essa decisão costuma gerar dúvidas, principalmente em relação ao custo, à necessidade real e aos impactos na gestão.

Portanto, entender quando considerar a instalação de um gerador no condomínio é essencial para tomar decisões mais seguras.

Quando o gerador passa a ser necessário

Nem todo condomínio precisa de um gerador. No entanto, em alguns cenários, ele deixa de ser opcional e passa a ser estratégico.

Por exemplo, condomínios que enfrentam quedas frequentes de energia tendem a sofrer mais impactos na rotina.

Além disso, prédios com:

  • elevadores
  • bombas de água
  • portaria eletrônica
  • sistemas de segurança

dependem diretamente da energia elétrica para funcionar. Ou seja, nesses casos, a falta de energia pode comprometer o uso básico do condomínio.

O que o gerador realmente garante

É importante entender que o gerador não substitui completamente a energia da concessionária.

Na prática, ele garante o funcionamento mínimo necessário para manter o condomínio operando com segurança.

Entre os principais pontos atendidos estão:

  • elevadores (geralmente um por vez)
  • iluminação de emergência
  • portaria e controle de acesso
  • câmeras e sistemas de segurança
  • bombas hidráulicas

Dessa forma, o condomínio mantém sua operação mesmo em situações críticas.

Vantagens do gerador para o condomínio

Entre os principais benefícios, destacam-se a segurança, o conforto e a valorização do imóvel.

Além disso, o gerador reduz riscos durante apagões, evita transtornos e melhora a percepção de organização do condomínio.

Consequentemente, ele também contribui para a valorização patrimonial.

Pontos de atenção antes da decisão

Por outro lado, a instalação de um gerador exige análise cuidadosa.

O investimento inicial costuma ser elevado, considerando equipamento, instalação e adequações técnicas.

Além disso, existem custos contínuos, como manutenção, testes e consumo de combustível.

Outro ponto importante envolve espaço físico, ruído e exigências legais.

Portanto, a decisão não deve ser tomada de forma isolada.

Planejamento e gestão fazem toda a diferença

Antes de levar o tema para assembleia, é fundamental estruturar um planejamento.

Isso inclui levantamento das necessidades do condomínio, definição do escopo e análise de viabilidade.

Além disso, uma gestão organizada permite avaliar o impacto financeiro e evitar decisões precipitadas.


Veja como funciona a administração de condomínios e seus custos

Gerador e controle de custos

Muitos síndicos associam o gerador apenas a custo. No entanto, quando bem planejado, ele pode evitar prejuízos maiores no futuro.

Por isso, é importante analisar o investimento dentro de uma visão de longo prazo.


Veja como reduzir custos no condomínio

O papel da administradora nessa decisão

Mais do que uma decisão técnica, a instalação de um gerador envolve gestão.

Por isso, contar com uma administradora ajuda a organizar o processo, estruturar informações e apoiar o síndico na tomada de decisão.

Além disso, a administradora auxilia na análise de custos, no planejamento e na condução do tema em assembleia.


Veja o que faz uma administradora de condomínio na prática

Decisões como a instalação de um gerador não devem ser tomadas de forma isolada.

Além disso, quando não há planejamento, os impactos aparecem em forma de custos elevados, retrabalho e insegurança na gestão.

Por isso, síndicos que contam com uma administradora de condomínios em São Paulo conseguem ter mais organização, controle e clareza na condução dessas decisões.


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Quer estruturar melhor a gestão do seu condomínio?

Além de decisões pontuais, como a instalação de um gerador, a gestão do condomínio exige planejamento contínuo e visão de longo prazo.

Por isso, muitos síndicos buscam entender como modernizar a gestão e estruturar melhor o condomínio como um todo.

Perguntas frequentes

Todo condomínio precisa de gerador?

Não. A necessidade depende da estrutura, da frequência de quedas de energia e da operação do condomínio.

O gerador atende todo o condomínio?

Normalmente não. Ele garante o funcionamento essencial das áreas comuns.

Vale a pena investir em gerador?

Depende do cenário. Em muitos casos, ele traz segurança e valorização.

Quem decide a instalação?

A decisão deve ser aprovada em assembleia, com base em análise técnica e financeira.

Precisa pintar o prédio? Entenda o que é a alteração de fachada.

A pintura de onde você mora está feia? Você percebe trincas só de olhar com mais calma? Uma das maiores responsabilidades do síndico é zelar pela conservação e valorização do patrimônio de todos os condôminos. Precisa pintar o prédio? Entenda o que é a alteração de fachada.

A fachada está entre os itens mais importantes no item de manutenção. Muitas vezes, olhamos para ela apenas como o “rosto” do edifício, mas sua função vai acima da estética.

O cuidado adequado da fachada, incluindo pintura e conserto de trincas, é essencial para garantir segurança, durabilidade e valorização do imóvel.

O que é fachada e por que ela é tão importante?

A fachada é toda a parte externa visível do prédio: frente, laterais e fundos. Ela é o cartão de visitas do condomínio. É o primeiro contato que qualquer visitante, morador ou possível comprador tem com o edifício.

Porém, mais do que a aparência, a fachada protege as estruturas internas contra intempéries tipo o sol, chuva, vento e umidade. Quando bem cuidada, evita infiltrações, rachaduras e até problemas estruturais mais graves.

Negligenciar a fachada pode gerar custos exorbitantes no futuro, além de comprometer a segurança dos moradores e a imagem do condomínio.

Qual o tempo necessário para revitalizar a pintura do prédio?

Não há uma regra rígida sobre o intervalo de tempo para renovar a pintura da fachada, contudo, de maneira geral, recomenda-se que essa revitalização ocorra de 5 a 10 anos.

Esse intervalo pode variar conforme a exposição da edificação a fatores como poluição, maresia, incidência solar e chuvas intensas. Regiões mais úmidas ou com alto índice de poluentes exigem atenção redobrada.

Fora a questão da estética, a pintura também tem a função de proteção.

É como uma camada que reveste a estrutura contra os danos do tempo. Logo que começam a surgir manchas, desbotamento ou trincas, esses são sinais de que a manutenção deve ser realizada com urgência.

E o que diz a legislação sobre fachada?

Segundo o Código Civil, em seu artigo 1.336, inciso III, é dever do condômino “não alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas”.

Isso significa que a padronização da fachada deve ser mantida, evitando alterações individuais que comprometam a harmonia do conjunto. Toda e qualquer mudança estética precisa ser aprovada em assembleia com quórum qualificado.

Da mesma forma, conforme a Lei nº 10.406/2002 (Código Civil) e a NBR 13.752 da ABNT, é obrigação do condomínio manter suas áreas comuns em bom estado de conservação.

Portanto, ignorar trincas, infiltrações ou pintura desgastada pode ser interpretado como desleixo da administração, resultando até mesmo em implicação judicial em caso de acidentes ou danos a terceiros.

Conserto de trincas: mais do que estética, é segurança

As trincas na fachada não devem ser tratadas como meros defeitos visuais. Elas podem indicar contratempos estruturais sérios ou falhas no revestimento.

Além de comprometer a estética do prédio, essas rachaduras permitem a entrada de água, que pode se infiltrar e gerar mofo, bolor, corrosão das armaduras e deterioração do concreto.

Por isso, qualquer sinal de trinca deve ser analisado por um profissional capacitado, como um engenheiro ou arquiteto. A gestão preventiva é sempre mais barata e eficaz do que uma reparação emergencial.

Quem deve arcar com os custos da manutenção da fachada: condômino ou inquilino?

Eis uma dúvida comum.

De forma clara: os custos com a restauração da fachada são de responsabilidade do condomínio. Portanto, quem arca com os gastos são os condôminos, por meio da taxa condominial ou de rateios específicos, conforme definido em assembleia.

O inquilino, salvo previsão contratual específica, não deve ser responsabilizado por estes custos, pois ele é apenas o usuário do imóvel, e não seu proprietário. Cabe ao locador (proprietário) arcar com estas despesas condominiais extraordinárias, conforme estipula a Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/1991).

Percebeu que não é apenas “uma simples pintura”?!

Manter a fachada do prédio em boas condições é investir na valorização do imóvel, na segurança dos moradores e na boa imagem do condomínio.

A pintura revitalizada e o conserto de trincas não são apenas questões de aparência, mas de prevenção, dever legal e cuidado com o patrimônio coletivo.

Com planejamento, acompanhamento técnico e decisões conscientes em assembleia, o síndico consegue manter o condomínio bonito, seguro e valorizado para todos.

Nós da Verti, reforçamos sempre a importância de tratar esse tema com seriedade. E se tiver alguma dúvida ou dificuldade, nós temos uma equipe especializada para te auxiliar neste ponto tão relevante.

Entupimento, como fazer para melhorar a consciência dos moradores.

Na semana passada, o zelador teve duas ocorrências com as mesmas causas.

A caixa de esgoto entupiu causando um odor desagradável, e também, em uma unidade, houve um entupimento no vaso sanitário.

Ocorrências como essas, são muito comuns no dia a dia dos condomínios.

Na maior parte, a causa é o descarte incorreto de lixo.

O que precisa ser feito para melhorar a consciência dos moradores?

Esse tipo de situação, infelizmente, é crônico na grande maioria dos edifícios.

Há moradores que desconhecem o prejuízo do descarte incorreto dos lixos e o impacto na coletividade.

Mas, de quem é a responsabilidade: do condomínio ou dos próprios moradores?

Neste artigo vamos falar das principais causas de entupimento, prevenção e como despertar a consciência de todos .

Saiba mais sobre as tubulações

Primeiramente, é preciso entender que existem dois tipos de encanamentos: o vertical e o horizontal.

O vertical é o responsável de levar água para o prédio inteiro e fazer descer todo o esgoto. Se o problema estiver aí, a responsabilidade é do condomínio.

O horizontal é o encanamento que pertence à unidade. Qualquer problema detectado nesses tubos, a responsabilidade é das pessoas que lá habitam.

Outro ponto de vista importante, é o entendimento de diversas tubulações na garagem, em cores diferentes, cada um deles têm uma função:

  • Amarelo: gás
  • Vermelho: hidrante
  • Azul: água quente
  • Cinza: fios elétricos
  • Marrom: esgoto
  • Verde: água limpa.

O condomínio e as causas do entupimento

A falta da vistoria preventiva é a principal falha.

Um contrato de manutenção preventiva ajuda muito para que não haja surpresas. Essa revisão vai executar a limpeza dos ralos do condomínio, a observação das caixas de esgoto e uma análise de algo que possa vir a acontecer.

Financeiramente, também é vantajoso, pois se ocorrer algum imprevisto, a empresa está ciente das rotinas de manutenção e esse custo, provavelmente, estará incluso no contrato.

Nos edifícios antigos há somente uma saída que é a caixa de esgoto. Nos condomínios mais modernos há, também, a caixa de gordura. O cuidado deve ser igual.

Entupimento no apartamento

A conscientização é a prevenção de que todos devem utilizar.

Os descartes incorretos de lixo dentro das pias, dos banheiros e da cozinha, além da descarga vão causar um entupimento. O que é pior, se não ficar no cano horizontal, irá para o vertical e isso causará um grande transtorno.

Enfatize bastante as implicações negativas deste descaso.

Os itens mais comuns encontrados nas tubulações, que não deveriam estar lá, são:

  • Fraldas;
  • Absorventes;
  • Preservativos;
  • Palhas de aço;
  • Tufos de cabelos;
  • Pequenos objetos (tampinhas, lacres, plásticos, fio dental).

Os métodos simples tal qual arame, bicarbonato de sódio e o desentupidor caseiro podem até dar certo, porém, podem não funcionar, e nesse caso, melhor não improvisar para não piorar a situação. Chame uma empresa especializada.

Outro grande vilão é o óleo de cozinha. O óleo vai se aderindo a outros materiais e vai formando crostas até ocasionar a obstrução total dos dejetos.

É um descarte de alto risco para o entupimento. Ele agride o meio ambiente, pois será despejado em terra fértil que pode contaminar os alimentos, ou nas estações de água, dificultando o tratamento.

Temos várias iniciativas de empresas que retiram o óleo de cozinha em seu condomínio. Podemos citar o Instituto Triângulo, a Ecóleo, a Óleo Sustentável, a ONG Trevo, dentre outros.

Dispomos de uma matéria muito boa a respeito da reciclagem no condomínio que vai complementar estas ações de prevenção.

Como podemos prevenir esse problema?

Melhorar a consciência dos moradores é o mais aconselhável.

Realizar campanhas periódicas mostrando o descarte correto e o que evitar, fará com que todos acabem lembrando das causas e consequências.

Dê uma atenção extra na época de inverno, pois a gordura fica mais pastosa devido às baixas temperaturas.

Uma outra ideia é tirar fotos dos descartes irregulares, assim todos vão saber o que está acontecendo. A visualização pode chocar e despertar a prevenção.

Outro ponto é verificar se há algum dano estrutural na edificação.

Percebeu o quanto é vital o descarte correto do lixo em seu apartamento?

A manutenção preventiva é o caminho correto, afinal na hora de uma intervenção de emergência, já se sabe como agir e a correção será mais rápida e com menos transtornos.

Esse tipo de manutenção deve constar no orçamento anual do síndico.

Da mesma forma, a conscientização dos condôminos fará com que a possibilidade de problemas deste tipo diminua significativamente.

E aí, gostou do texto? Existem outras maneiras de prevenção? Já passou por isso? Como você lidou? Compartilhe sua experiência com a gente!

Manutenção de piscinas e playgrounds – como manter os moradores informados?

É muito difícil um prédio residencial que não tenha playground ou piscina. Estes dois locais de lazer trazem ao condomínio, além da valorização da unidade, um espaço de entretenimento e descanso. Porém, a manutenção de cada um é vital para o uso constante.

Ter uma piscina é muito bom, né? Há momentos em que você chega cansado, estressado de um dia de bastante calor e nada melhor que dar um mergulho para aliviar a tensão.

Ou mesmo, se tiver aquela “folguinha” durante a semana ou no final de semana, descer com seu filho para brincar, correr…

Entretanto, como você vai se sentir ao ir a piscina ou ao playground, e encontrar interditado, ou fechado para conserto? Aí vem um sentimento de decepção porque você não estava sabendo.

Neste artigo, vamos apresentar o quanto é importante a comunicação destas manutenções ou interdições. A harmonia de um complexo vivo, no caso do condomínio, se dá, principalmente, pelas informações do que está acontecendo.

A manutenção das piscinas

A fim de que a piscina esteja em condições de uso para todos usufruírem, existem manutenções periódicas necessárias.

A filtragem deve ser feita diariamente e leva de 4 a 8 horas dependendo do fabricante. Se houver ações de tratamento como controle de pH, cloração etc., a filtragem deve ser feita em seguida para a limpeza ser mais rápida.

Com isso, é essencial ter claro o horário de funcionamento.

Manutenções tal qual limpeza das bordas, aspiração, algicida, retro lavagem do filtro e controle da alcalinidade são ações que podem ser feitas antes da abertura do local.

Se ocorrer algum evento como acréscimo de água suja por causa da chuva ou água turva em que haverá necessidade de fazer a supercloração ou clarificação, o síndico tem que avisar os moradores da interdição da piscina até essas correções.

O comunicado pode ser colocado nos avisos do elevador, Eletro mídia ou até mesmo encaminhando um e-mail. No caso de grupo do WhatsApp de moradores, será mais eficiente pela rapidez da informação.

A plaquinha no portão da entrada, também, é importante. Evita-se, assim, qualquer interferência direta na correção.

A responsabilidade nos playgrounds

Nos parquinhos e playgrounds o critério é maior, afinal estamos falando da segurança das crianças.

O síndico deve fiscalizar o trabalho quanto ao monitoramento preventivo. A supervisão periódica evita riscos e aborrecimentos.

O playground é uma das áreas comuns mais visitadas. Ter uma área reservada em prol dos pequenos é uma das razões de grande procura pelos condôminos.

Os brinquedos e as distâncias entre eles devem seguir as normas técnicas tanto quanto o bom uso deles por parte dos usuários. Uma delas é a NBR 16.071 de 2012 substituindo a norma 14.350/99.

As regras devem ser bem claras e acessível para todos.

Coloque no local as normas de utilização, horário de uso e idade máxima permitida. Se for descumprida alguma regra, não tem como alguém dizer “eu não sabia”.

O adulto responsável deve saber que o acompanhamento é obrigatório para crianças menores, ou seja, o comprometimento não é só do condomínio, mas igualmente dos responsáveis.

Existem, da mesma forma que nas piscinas, as manutenções constantes.

Entre estas revisões estão:

  • nivelação do piso;
  • defeitos de pintura;
  • trincas ou rachaduras;
  • verificação de fechos e porcas;
  • limpeza dos brinquedos e da caixa de areia;
  • remoção de pedaços cortantes ou contaminantes.

Na circunstância de alguma interdição ou perigo imediato, avise os moradores usando os veículos possíveis de comunicação.

Cerque o local com faixas ou aquelas fitas de sinalização amarela e preta.

Com tudo isso, percebeu a relevância da comunicação nos dois cenários?

Percebendo o que está se passando, o morador fica tranquilo, atento e no aguardo da liberação. Não há aquela ansiedade e todos ficam na mesma sintonia.

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Trincas, fissuras e infiltrações: como minimizar esses problemas recorrentes?

Se você é síndico, sabe como é a correria no dia a dia: orçamentos, compras, fiscalização, atendimento aos moradores, telefonemas, contato com a administração. Porém, antes de tudo, vem a questão do planejamento e manutenção preventiva.

Hoje o tema é sobre trincas, fissuras e infiltrações.

Para quem não está atento ou não entende a rotina de um síndico, explicaremos, primeiro, a importância do monitoramento preventivo.

A manutenção preventiva, como diz o nome, prevê futuros transtornos que podem dar uma dor de cabeça ao síndico e moradores. Ela é realizada para:

  • ratificar a segurança dos moradores,
  • conter alguma deterioração estrutural,
  • evitar altos custos de conserto emergencial e,
  • garantir o bom funcionamento de todo complexo

Se, no seu condomínio, a maioria das manutenções são corretivas, você precisa refletir e reorganizar seu método de trabalho.

Entre as manutenções preventivas estão os equipamentos (elevadores, CFTV, bombas, extintores, entre outros), as estruturas e instalações (acabamentos, elétrica, hidráulica, gás, estrutura predial) e sistemas (combate à incêndio, telefonia, para-raios, segurança etc.).

E entre as estruturas prediais vamos entender melhor a respeito de trincas, fissuras e infiltrações: o que é, como resolver e, principalmente, como evitar que isso aconteça.

Conceitos básicos

Nem todo síndico domina todas as áreas que faz parte de sua gestão. No caso das construções, é recomendado que ele tenha uma base do que se trata para dar um primeiro prosseguimento ou criar um protocolo.

A distinção entre cada conceito, de imediato, vai ajudá-lo nos procedimentos.

De acordo com a NBR 9575/03, a nomenclatura tem a ver com o tamanho da abertura:

  • microfissura – abertura inferior a 0,05mm
  • fissuras – de 0,05mm até 0,5mm
  • trincas – são aberturas maiores que estão entre 0,5mm e 1,0mm

Outro ponto no qual precisa ter atenção é se estas fissuras são ativas ou passivas.

Se elas variam conforme mudanças de tensões (dilatação ou contração das ferragens, alteração climática, falha na obra, sobrecarga estrutural, recalque na fundação p.ex.) classificam-se como ativas. Se ela varia ao longo do tempo são as passivas.

Vamos ouvir muito em rachaduras, porém, é um termo popular dado as nomenclaturas acima citadas.

As rachaduras ou fendas, são aquelas superior a 1,5 mm no qual existe uma enorme trinca na estrutura (pilar, viga, fundação e laje). Se isso acontecer, tenha ciência de que é uma adversidade de alta prioridade e precisa ser resolvido o mais rápido possível.

Outro “pedido de ajuda” ocorre quando o concreto muda de cor ou há infiltração de água.

As infiltrações ocorrem no momento em que a passagem de água escoa pelo interior das estruturas do concreto.

Identificando a causa do problema

Agora que sabemos identificar o tipo de trinca, vejamos a origem do contratempo.

Se o morador reclama de que há uma fissura em seu apartamento, veja o tamanho e a origem.

Se, por exemplo, for proveniente de um prego martelado na parede, a causa é do próprio morador. Se for uma trinca, tente analisar se a origem vem de cima ou por fora.

Se ainda não tiver experiência o suficiente, procure ajuda profissional.

Outro dado importante, é que 84% das infiltrações acontecem nas garagens subterrâneas, sobretudo no 1º subsolo.

Ainda no cenário das garagens, se forem detectadas estalactites, o incômodo é mais sério.

Está ocorrendo a degradação das ferragens, a corrosão das armaduras, o desplacamento do concreto, além de correr o risco de manchar a pintura dos veículos devido às gotas de alto pH, ou seja, um custo bem maior para o condomínio.

Primeira opinião

Quando falamos em ajuda profissional, podemos pensar em um morador que é engenheiro, arquiteto ou técnico em edificações. Normalmente, sempre há um morador com estas qualificações.

Mesmo não tendo, lembre-se que existem empresas capacitadas no mercado para auxiliar nestas questões.

Evitando esses problemas

O método preventivo é a forma ideal de minimizarmos infortúnios desse tipo.

Listamos abaixo uma série de tarefas com a intenção de ajudá-lo neste planejamento:

  • Se for um prédio novo, faça uma vistoria nas estruturas a cada 2 anos; se tiver acima de 15 anos, inspecione todo ano;
  • Avalie com frequência garagens, fachadas, sala de máquinas, instalações hidráulicas e elétricas, coberturas, lajes, pilares, e outras regiões que merecem ser observadas;
  • Coloque no check-list mensal do zelador, a averiguação de fissuras e trincas nestes locais;
  • Na eventualidade de uma impermeabilização, não faça gambiarras. Contrate um especialista e pesquise empresas sérias e competentes.

Essa inspeção preventiva é uma norma regulamentada e encontramos na NBR 5674.

E só para lembrar a todos os síndicos, se por ventura houver algum problema deste tipo num prédio com até 5 anos, verifique no Manual das Áreas Comuns do condomínio se o item ainda está dentro do período de garantia e estando acione a construtora responsável.

Cuidado com a empresa

Só a vistoria, também, não te livra dos transtornos. Quando identificado alguma falha que precisa ser corrigida, preste atenção na empresa que escolher.

Quantas notícias já não vimos no tocante a desastres estruturais em condomínios por culpa das empresas?! Pela falta de experiência, má-gerência e know-hall.

A empresa responsável por obras estruturais deve ser de grande confiança no mercado, bem avaliada e ter um histórico impecável.

Complementando, veja se há reclamações na internet.

Queremos mostrar aqui, que, com a manutenção preventiva os “pepinos” não vão sumir, mas serão bem menos frequentes. E isto, em parte, te ajuda numa gestão eficiente e respeitável.

Não espere o “abacaxi” aparecer para resolver. Dependendo do sinistro, o risco de segurança é alto para os moradores. Não esqueça, que você, síndico, responde civil e criminalmente por incidentes e negligência.

No decorrer de problemas dessa magnitude não pense que o “mais barato” ou o “pedreiro da casa” do condomínio sejam as ofertas mais seguras.

E mesmo assim, não tente resolver tudo sozinho. Lembre-se de que você tem um conselho para te ajudar e uma administradora para te orientar.

Gostou do nosso artigo? Tem alguma ideia ou já implementou alguma solução que deu resultado? Comente aqui!

A Importância da Preservação de Elevadores, sua manutenção bem cuidada e máquinas modernizadas

Você está por dentro da importância da manutenção de elevadores e sua preservação?

Sendo assim, no texto abaixo, vamos abordar sobre o que devemos fazer e nos atentar quanto aos elevadores. Pois você sabia que na ocorrência de algum acidente, o responsável pode ser autuado por negligência?

A importância de um elevador

Você sabia que o elevador é considerado o transporte mais seguro do mundo? Sim! O elevador é um meio de transporte e é um dos mais usados, principalmente em condomínios.

Segundo o Sindicato das Empresas de Fabricação, Instalação, Modernização, Conservação e Manutenção de Elevadores do Estado de São Paulo (SECIESP), no Brasil há mais de 400 mil elevadores e, só aqui em São Paulo, são aproximadamente 88 mil.

E claro, quando acontece um acidente com elevador, o fato se torna notícia de primeira página, porque infelizmente, o potencial de danos com as vítimas é muito alto.

A relevância da manutenção do elevador

Percebemos, então, o quanto é imprescindível realizar a vistoria dos elevadores sob nossa responsabilidade, seja ele residencial ou comercial.

E quais as medidas que devemos tomar?

Primeiramente, analise ou reveja seu contrato. Uma empresa especialista, referenciada e habilitada já lhe dá uma segurança.

Existem normas técnicas e de manutenção específicas de elevadores. As legislações municipais, da mesma forma, ditam as leis de licenciamento, alvará e registro.

Como escolher uma boa empresa?

Para que saibamos escolher uma boa empresa, devemos considerar alguns requisitos:

  • CNPJ válido e ativo;
  • Seguro de responsabilidade civil;
  • CNAE adequado para atuação na manutenção de elevadores;
  • Ter um engenheiro mecânico responsável (registrado no CREA).

Se ainda tiver dúvida, você pode consultar o site do Seciesp, do SEGUR (órgão de fiscalização da prefeitura) ou valer-se de um consultor independente (igualmente credenciado).

Uma outra observação: preste atenção no contrato! Veja o que é mais vantajoso na questão da contratação: assistência com ou sem peças.

Nem sempre uma organização de renome é a mais vantajosa. Atente-se também:

  • garantia dos elevadores;
  • no tempo de troca das peças;
  • quanto ao índice de reajuste anual;
  • se há multa na troca por outra empresa;
  • se os dispositivos são originais ou remanufaturados;
  • valor das peças (se não está muito acima do mercado);
  • tempo de chegada da equipe de emergência até o local.
  • experiência da empresa no mercado;
  • histórico de processos;
  • avaliação de antigos clientes;
  • capacitação dos profissionais que prestarão o serviço.

Um bom atendimento também faz parte de um bom serviço. Se a comunicação é feita por e-mail, quanto tempo demoram em responder? Para muitas empresas, apenas “somos mais um”. Exija uma qualidade de assistência digna para este serviço.

E quero ratificar, no item acima, quanto a multa por troca de empresa: se fecharmos um contrato de fidelidade, poderemos nos tornar “reféns” dela, sujeitos a abusos de precaução e menosprezo de um atendimento ágil. Pense nisso!

O que deve ser averiguado em uma manutenção de elevador?

Primeiramente, é indispensável o RIA (relatório de inspeção anual). Documento que aponta a reponsabilidade técnica e as condições de funcionamento e segurança de cada elevador.

A manutenção deve ser periódica e rotineira contendo um checklist do básico ao avançado como:

  • poço;
  • botoeiras;
  • interfones;
  • lubrificação;
  • cabos de aço;
  • casa de máquinas;
  • peças desgastadas;
  • bloco de segurança;
  • regulador de velocidade etc.

É importante o zelador acompanhar o serviço para que esteja a par de tudo e na eventualidade de alguma troca ou intervenção, já acione o síndico para tal fato.

É provável que o técnico deva se basear em uma planilha de manutenção. Este relatório deve ser enviado ao síndico após a visita.

Modernização: chegou o momento?

Quando falamos em modernização, não é só questão de estética, mas de tecnologia. Com o tempo, inovações vão aparecendo e novos modelos surgem para aprimorar a segurança e o conforto dos passageiros.

Se o elevador começa a ter problemas recorrentes com manutenção, quebras, paradas inesperadas, ou ainda, dificuldade em achar peças substituíveis, talvez tenha chegado o momento de modernizar o elevador.

Com a modernização, alguns fatores podem melhorar como:

  • redução dos custos das peças;
  • redução de consumo de energia;
  • término de trancos e desníveis dos degraus;
  • diminuição dos ruídos na casa de máquinas;
  • fechamentos das portas de forma mais suave.

Mais uma vez, lembramos que o síndico deve buscar um amparo técnico com uma assessoria especializada antes de tomar essa decisão.

Quando esta questão for apresentada na assembleia, haverá muitos questionamentos. Leve um expert sobre o assunto para lhe ajudar nas respostas e corroborar com a necessidade.

Medidas complementar por parte dos moradores

Apesar de você ser o responsável pelas questões acima, os moradores, da mesma forma, devem ajudar na manutenção preventiva e no melhor uso do elevador.

Algumas práticas por parte deles podem ajudar:

  • obedecer a capacidade máxima de carga;
  • chamar apenas um elevador, caso tenha mais de um;
  • apertar somente um botão, seja para subir ou descer;
  • não deixar as crianças apertarem vários botões dos andares;
  • subir ou descer de escadas se porventura o destino for um ou dois andares.

E quando ocorrer uma emergência?

Na hipótese de uma queda de luz ou parada inusitada, chame imediatamente a equipe de emergência da empresa ou em último caso, o corpo de bombeiros da polícia militar. Eles também são habilitados para retirada de pessoas presas no elevador.

Mesmo que o zelador tenha orientação de como proceder em demandas assim, não o deixe fazer tal ação. Se houver algum procedimento infeliz pode ocorrer um acidente grave e fatal. Tanto ele como você responderão por tal ato.

Diante de tudo isso, percebeu porque é crucial ter uma manutenção frequente nos elevadores?!

Para melhorar ainda, veja se há o “sistema inteligente” no caso de prédios com dois elevadores interligados e troque as lâmpadas das cabinas por LED.

Para evitar vandalismo ou uso incorreto, coloque câmeras no elevador de modo que ela esteja visualizando o andar de parada.

Você já passou por algum “perrengue” dentro de um elevador? Soube de algum incidente? Compartilhe com a gente. Queremos saber sua opinião.

Por que revitalizar a fachada de seu condomínio?

O processo de revitalização de fachadas consiste em uma série de reparos nas edificações a fim de aprimorar a estrutura de entrada, mantendo sempre um layout moderno, funcional e bonito.

Esse tipo de inspeção pode ser preventiva ou não, sendo a primeira opção a mais saudável para a vida útil do condomínio, porque permite que sempre esteja valorizada no mercado imobiliário. Quer saber como funciona? Confira mais informações neste artigo.

Quando devo solicitar uma revitalização de fachada?

Se você reside em um condomínio que, de alguma forma, apresenta uma aparência gasta ou descuidada, é hora de se atentar. É muito provável que esteja precisando de uma revitalização.

Com o passar do tempo e a exposição às condições climáticas, é normal que as estruturas do prédio, assim como sua aparência, se deteriorem. Do mesmo modo, o valor de mercado daquele imóvel vai se desvalorizando… já pensou?

Anota a dica da VERTI para esses casos: a revitalização deve acontecer nas edificações de seu condomínio a cada 5 anos, tempo considerado por especialistas como ideal.

Leia Mais: Portal Verti – Conveniências

Reparos na pintura ou em estruturas de uso comum podem ser essenciais para manter seu imóvel às vistas do setor imobiliário, sendo mais fácil vender ou alugar apartamentos e valorizando a cota mensal referente ao uso dos espaços do condomínio.

Além disso, a revitalização passa uma sensação de segurança a todos os condôminos e os futuros usuários daquele espaço. É importante lembrar que revitalizar também significa prevenir e aprimorar!

Quais as vantagens da revitalização de fachada?

É claro que o investimento feito em uma revitalização gera benefícios inúmeros. Vamos ver alguns?

  • Valorização do seu imóvel no setor imobiliário através de uma aparência moderna e elegante;
  • Estética mais limpa e higiênica, passando a sensação e a certeza de um ambiente seguro e acolhedor;
  • Redução nos riscos de acidentes entre as dependências do imóvel;
  • Melhorias constantes e satisfação dos condôminos e pessoas de passagem daquele local.

Por fim, é importante salientar que a revitalização preventiva também é um sinônimo de economia. Além de manter a estrutura do edifício sempre moderna e elegante, revitalizar evita que problemas maiores aconteçam no futuro.

Ou seja, apesar do investimento inicial, os ganhos futuros são notáveis e acaba gerando satisfação geral de quem habita o local.

Verti Administradora: sua parceira nas inspeções condominiais

Agora que você já entende a importância da Revitalização de Fachada, que tal incluir esse item na sua Previsão Orçamentária? A manutenção preventiva é sempre uma economia financeira e que se reflete na valorização do patrimônio e na satisfação dos condôminos

Acesse o site da Verti Administradora e saiba mais sobre nossos serviços e soluções. Somos uma empresa que está há mais de 25 anos administrando condomínios e sempre oferecendo serviços inovadores para nossos clientes.

Venha com a gente!

Qual a importância de uma inspeção na edificação?

Revisar é melhor que reparar: quando investir é sinônimo de economizar. 

Como todos nós sabemos, cuidar é imprescindível para prolongar a vida útil de nossos bens, e com nossa moradia não é diferente. Assim, a inspeção na edificação, feita de forma periódica, é importante para garantir a segurança e prevenir danos.

Quando moramos em condomínios, os cuidados no interior de cada unidade são responsabilidade de seus moradores, porém para a parte externa, equipamentos e áreas comuns a responsabilidade é do condomínio.

A inspeção na edificação é uma das responsabilidades da administração de um condomínio e está prevista no art. 1.348 do Código Civil (Lei n.º 10.406, de 10 de janeiro de 2002), que relaciona entre as competências do síndico, diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns do imóvel.

Além disso, para a segurança e controle orçamentário de um condomínio, o item mais importante é a prevenção de danos e acidentes, o que está diretamente relacionado com a manutenção da edificação.

Os itens que fazem parte da inspeção na edificação abrangem as partes estrutural interna e externa, elétrica, hidráulica, motores, para-raios, entre outros.

Veja alguns benefícios de se fazer uma inspeção predial com regularidade:

  • Previsibilidade no orçamento do condomínio;
  • Segurança para o síndico e condôminos;
  • Valorização do imóvel;
  • Contrato prévio de profissionais qualificados;
  • Programação e sequência de serviços a serem realizados durante o período anual.

Recentemente vimos um incêndio em um prédio residencial em Nova York que deixou várias pessoas feridas e levou outras a óbito. Esse acidente poderia ter sido evitado com a realização da inspeção na edificação, assegurando que os itens obrigatórios como extintores, sistema hidráulico de combate a incêndios, exaustores de fumaça, rota de fuga, escadas auxiliares, estivessem disponíveis e funcionais.

Assim, uma tragédia como essa poderia ter sido evitada com procedimentos de baixo custo, realizados na inspeção na edificação, conduzida por profissionais qualificados.

Que tal ganhar um Check-Up Condominial Gratuito?

Agora que você já entende a importância da inspeção de edificação do seu condomínio, que tal ganhar um check-up completo e grátis para prevenir situações de risco e dormir tranquilo?

Para ganhar, venha para a Verti. Uma empresa que está há mais de 25 anos administrando condomínios e sempre oferecendo soluções inovadoras com um atendimento diferenciado, utilizando 100% dos softwares originais e com um preço justo.

Nessa inspeção vamos conferir a situação das instalações elétricas, hidráulicas e civil (estrutura, fachadas, pisos e lajes), indicando cada anomalia e a prioridade de atendimento para programar reparos.

Para ganhar o Check-up Completo, marque uma conversa com um consultor (sem compromisso) e conheça todas as vantagens de ser Verti. Se você gostar e quiser fechar, você ganha um check-up no seu condomínio para revisar os itens mais importantes e garantir a inspeção na edificação.

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