Os profissionais que atuam no seu condomínio são bem treinados?

Sabemos o quanto pode ser complicado gerir uma equipe e lidar com pessoas.

Os funcionários de um condomínio estão diariamente resolvendo problemas e tornando a vida do condômino mais fácil, certo?

Sim, desde que eles sejam treinados para isso, pois muitas vezes pode haver confusão de funções, problemas de insubordinação, intercorrências com condôminos, etc.

Para que situações como essas sejam evitadas, é necessário alinhamento entre todas as partes, por isso a capacitação é imprescindível.

Por que é importante treinar os colaboradores do condomínio?

Condomínio é tudo igual? Com certeza não. Podemos pensar que cada condomínio concentra uma pequena cultura cultivada pelas famílias que ali moram.

Isso por si só já aponta a necessidade de um treinamento ou integração inicial dos novos funcionários, afinal, eles precisam entender como aquele local funciona, como é o trato com os moradores, quais são os limites que devem ser respeitados.

Ações assim previnem insatisfação dos condôminos e uma chuva de reclamações para o síndico, situação que pode afetar a sua gestão.

Outro ponto importante é sobre a responsabilidade de cada funcionário, é necessário haver treinamento ou ao menos um acompanhamento mais próximo nas primeiras semanas após a contratação.

No geral também é importante estimular o zelo e atenção ao que está se fazendo, e o clima de cooperação, de forma que os funcionários sintam-se capacitados, apoiados e motivados.

Todos ganham quando os funcionários são treinados!

Todos os profissionais precisam de treinamento?

Alguns treinamentos e cursos são obrigatórios para determinados profissionais, todos devem estar em dia com as normas regulamentadoras que envolvem a segurança do trabalho.

Como, por exemplo: se você tem um profissional que cuida da elétrica do condomínio, além de ele ter que estar certificado para desempenhar essa função ele também deve estar treinado na NR-10, específica para quem trabalha nessa área.

Certificações como essa, devem ser renovadas com periodicidade, por isso é importante ter um calendário de treinamentos no condomínio.

Mesmo em casos em que os treinamentos não são obrigatórios, é interessante fazê-los com porteiros, zeladores, colaboradores de limpeza e conservação, etc.

Além de trazer mais produtividade e eficiência, você também atualiza e previne os funcionários de situações desagradáveis.

Treinar o porteiro e síndico, por exemplo, sobre uma nova tecnologia a ser implantada no condomínio faz toda diferença na rapidez com que a tecnologia será aderida por todos.

Treinamentos de segurança, também são importantes, para que os profissionais saibam agir diante de uma situação de perigo dentro ou nos arredores do condomínio.

Em quais treinamentos investir?

Existem muitos treinamentos que podem ser úteis para melhorar e garantir a harmonia de serviços de convivência dentro do condomínio.

Podemos começar pelo básico, aquilo que faz um condomínio funcionar, que são os cursos e treinamentos de:

  • Manutenção predial, elétrica, limpeza, conservação de jardins e piscinas.

Há também tratamentos que melhoram o comportamento e convivência:

  • Relacionamentos interpessoais, vestimenta, ética e atendimento.

E por último os cursos e treinamentos que fazem o condomínio estar um passo à frente:

  • Treinamentos de segurança: que ajudam os funcionários a prevenir assaltos, danos ou invasões e a agirem corretamente caso uma situação dessa aconteça.
  • Treinamento tecnológico: para conhecer ferramentas de gestão usadas no condomínio, melhorando a eficiência do trabalho.

Encontre esses cursos e treinamentos e capacite seus profissionais

Se você está se perguntando onde encontrar esses treinamentos, há algumas instituições que as oferecem:

  • Sindicato da Habitação (Secovi-SP);
  • Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC);
  • SENAC, etc.

Além de capacitar os colaboradores do seu condomínio, também é importante acompanhar os efeitos de tal capacitação. Verificar se o desempenho realmente melhorou e se os resultados do condomínio estão mais animadores é de suma importância.

Tenha uma equipe pronta e evite problemas! Gostou do nosso artigo de hoje?

Na Verti você fica por dentro de vários assuntos sobre administração condominial.

A administradora do seu condomínio é certificada pelo PROAD? Que diferença isso faz?

Ter um certificado que garanta a qualidade dos serviços prestados pode fazer toda a diferença na hora
de escolher uma administradora de condomínios. Por isso, neste artigo, vamos apresentar a você o selo PROAD e qual a importância de escolher uma administradora que seja certificada e possua este selo.

O que é o selo PROAD

O PROAD é o Programa de Autorregulamentação da Administração de Condomínios. Por trás desse programa encontram-se as maiores entidades do setor.

Por essa razão, possuir um selo PROAD é garantir que uma administradora possui um serviço
especializado na administração de condomínios.

Para obter o selo, são avaliados mais de 150 aspectos operacionais, técnicos e profissionais dos serviços prestados pela administradora, dentre os quais destacamos:

  • Gestão de contratos;
  • Gestão financeira e tributária;
  • Gestão administrativa;
  • Gestão de Recursos Humanos; e
  • Assessoria jurídica.

Em outras palavras, o selo garante que, ao contratar determinada administradora, seu condomínio conta com uma empresa que atuará em todos os segmentos exigidos pelo mercado para manter em dia a saúde de seu condomínio.

Ou seja, que se trata de uma empresa apta a resolver os problemas no dia a dia da administração de um condomínio.

Principais problemas de gestão de um condomínio

Vários são os problemas que um condomínio pode enfrentar em seu cotidiano, por exemplo:

  • Má utilização dos recursos disponíveis;
  • Gestão de pessoas, quer sejam condôminos, colaboradores ou prestadores de serviços;
  • Má formação profissional;
  • Falta de conhecimento acerca de leis e procedimentos;
  • Processos não automatizados;
  • Falta de informação e de comunicação entre a administradora e os moradores;
  • Dificuldades de atendimento.

Embora esses não sejam os únicos problemas, certamente são os mais comuns e contratar uma empresa apta a lidar com essas situações, que busque a melhoria da administração e da experiência de morada dos condôminos, faz toda a diferença.

Diferenciais das empresas que possuem o selo PROAD

Para obter e certificação do PROAD a empresa precisa preencher uma série de requisitos, além de se mostrar apta à realização dos melhores processos disponíveis no mercado para a administração de condomínios.

Ainda, é preciso que se trate de uma empresa sólida, com boa reputação do mercado.

Portanto, ao escolher uma administradora com o selo PROAD, você estará garantindo que ela possui um diferencial no mercado de administradoras de condomínios.

Exigências mínimas para a obtenção do selo PROAD

Como dissemos, são vários os aspectos analisados. Porém, para se tornar apta a obter a certificação
PROAD a administradora precisa, necessariamente:

  • Ter, pelo menos, 5 anos de atuação no setor de administração de condomínios;
  • Ter capital social integralizado de, pelo menos, 200 mil reais em seu contrato social;
  • Manter sede física com funcionamento diário e atendimento a clientes e fornecedores em horário comercial;
  • Não possuir cadastro negativo em base de dados públicas e privadas, tampouco possuir títulos protestados em cartório;
  • Possuir estrutura tecnológica adequada à realização das atividades do setor;
  • Atender todas as exigências legais, especialmente no que diz respeito a crimes contra o patrimônio,
    fé pública e administração pública, em geral.

Como saber se uma empresa possui a certificação PROAD

Antes de escolher uma administradora para o seu condomínio, você tem como consultar os sites das principais entidades do setor de administração de bens e imóveis do estado de São Paulo para saber
se uma administradora está credenciada.

Ao fazer essa consulta, você terá uma lista de empresas credenciadas, ou seja, aquelas que são aptas a desenvolver as atividades de administração condominial de maneira satisfatória.

Esse deve ser o ponto de partida na hora de escolher a empresa certa para administrar o seu condomínio.

Como escolher a administradora de condomínio ideal

O ideal é fazer uma seleção com 3 administradoras, dentre as credenciadas e que possuam o selo PROAD,
e solicitar um orçamento. Nele deve conter a relação detalhada de todos os serviços que serão prestados, bem como seus respectivos valores.

Mesmo que o fator financeiro seja relevante para a escolha de uma administradora, não deve ser o fator decisivo.

É preciso verificar outros pontos, especialmente os serviços que serão prestados com o valor ofertado.

Também é preciso escolher uma empresa que tenha solidez no mercado, que possua experiência e boa reputação.

Ao escolher dentre as empresas que possuem certificado PROAD, seu condomínio terá a certeza de que estará lidando com uma empresa que atende a esses requisitos.

Ainda, que se trata de uma administradora que conta com uma equipe de profissionais especializados em garantir a melhor gestão possível e a manutenção da boa saúde do seu condomínio.

 

Checklist das responsabilidades e rotinas financeiras indispensáveis na gestão do seu condomínio

No dia a dia da administração do condomínio, o síndico tem várias tarefas que fazem parte da gestão financeira. Se ele não for organizado ou não tiver um bom controle, dificilmente conseguirá controlar os gastos e receitas.

As rotinas financeiras em um condomínio, exige do síndico algumas responsabilidades, como:

  • Elaborar e acompanhar a previsão orçamentária;
  • Cuidar das finanças do condomínio;
  • Fazer a prestação de contas aos condôminos;
  • Garantir o pagamento dos tributos;
  • Fazer a gestão dos contratos com terceiros;
  • Entre outros.

Não tente guardá-las na cabeça, pois você se esquecerá de alguma.

Portanto, é necessário organizar, controlar e garantir o cumprimento de todas as rotinas pertinentes à gestão financeira em condomínios para que nenhuma surpresa desagradável apareça.

E qual a melhor maneira de fazer isso? Por meio de checklist!

Por essa razão, elaboramos um checklist contendo as principais responsabilidades e rotinas financeiras indispensáveis na gestão do seu condomínio.

Acompanhe a leitura e saiba quais são.

Emissão e cobrança

A emissão de boletos e respectiva cobrança, devem estar na rotina financeira do síndico. Pois, é fundamental que os condôminos tenham os boletos à disposição em tempo hábil para realizar os pagamentos.

Além disso, é importante realizar o processo de cobrança dos títulos. Sobretudo porque permite melhor controle da inadimplência.

Faz parte do processo de emissão e cobrança:

  • A emissão dos boletos bancários;
  • Controlar pagamentos das cotas condominiais e realizar baixas bancárias;
  • A cobrança administrativa dos inadimplentes por cartas e telefone;
  • A gestão da cobrança de consumo de água e gás, em casos de medição individualizada;
  • Entre outros.

Portanto, a etapa de emissão e cobrança deve ser muito bem executada. Assim, garante a captação do principal recurso financeiro do condomínio: a cota condominial.

Pagamentos

Não existe boa gestão sem controlar os vencimentos dos compromissos financeiros do condomínio. Desta maneira, evita-se ônus decorridos de juros e multas.

Portanto, na gestão das rotinas financeiras de qualquer condomínio é fundamental atentar-se para:

  • datas dos vencimentos dos compromissos com terceiros;
  • destaques de impostos retidos em notas fiscais de prestadores de serviços;
  • data do pagamento dos salários e 13º dos colaboradores.

Dessa forma, ao controlar os pagamentos, o síndico vai garantir a organização das finanças condominial.

Prestação de contas

A prestação de contas é outra etapa importante na gestão financeira do condomínio. É através dela que o condômino toma ciência de como foram aplicados os recursos financeiros à disposição do condomínio.

Todavia, a prestação de contas é obrigada por lei e, portanto, deve ser feita de maneira organizada e precisa para atender as exigências legais.

Uma boa dica é manter os documentos e relatórios, que compõem a pasta de prestação de contas, organizados por tipo de documento e em ordem cronológica.

E como se dá a prestação?

  • Elaboração de demonstrativos de recebimentos, despesas, inadimplentes e posição financeira detalhada;
  • Divulgação das contas mensais aos condôminos;
  • Disponibilidade dos demonstrativos financeiros na Internet;
  • Acompanhamento das aplicações financeiras do condomínio;
  • Elaboração de demonstrativos com a finalidade de fazer acompanhamento e apresentação na AGO.

Gestão fiscal e tributária

Embora não sejam empresas, os condomínios se sujeitam às obrigações fiscais e tributárias praticadas pelas entidades empresariais.

Por exemplo, o condomínio é obrigado a ter CNPJ, recolher tributos retidos na fonte e a entregar obrigações assessórias ao governo, como é o caso da DIRF e do eSocial.

Portanto, é necessário adotar algumas medidas com vistas a praticar uma boa gestão fiscal e tributária. Tais como:

  • Análise de documentação de todos os prestadores de serviços para fins de definição de tributos a serem retidos e recolhidos na fonte; parcelamentos e situação fiscal;
  • Acompanhamento da situação de prestadores de serviços e fornecedores com relação a liminares, ações judiciais e particularidades na retenção de impostos;
  • Armazenamento de dados, controle de pagamentos e retenções para prestação de informações de tributos federais na entrega anual da DIRF;
  • Controle de pagamentos a prestadores de serviços autônomos e verificação de cadastro junto aos órgãos fiscalizadores competentes, para fins de retenção e recolhimento dos tributos devidos.
  • Obtenção de certidões negativas de débitos tributários de competência federal, estadual, municipal e previdenciária.

Sendo assim, administre bem a parte fiscal e tributária do condomínio, pois é uma área que demanda bastante atenção na gestão financeira condominial.

Use a tecnologia para facilitar a gestão financeira do seu condomínio

Sabemos que muitos síndicos têm dificuldades quanto às finanças. As rotinas não se resumem em emitir boletos e cobrar.

Uma gestão financeira requer análise e entendimento das informações. De modo que seja possível identificar quais pontos merecem maior atenção.

Ferramentas de gestão condominial como o Portal da Verti, facilitam muito a vida do síndico. Principalmente na gestão financeira.

O App/Portal da Verti possui uma área de finanças com recursos fáceis de utilizar e que permitem a verificação de como andam as contas do condomínio.

No portal o síndico tem a sua disposição:

  • Gráficos e Planilhas online;
  • Prestação de contas online;
  • Verificação das cotas pendentes;
  • Histórico de pagamentos;
  • Emissão de boleto e
  • Emissão de certidão negativa de débitos condominiais.

Ainda na área de finanças, é possível gerar relatórios, baixar e imprimir os arquivos. Tudo isso para facilitar a vida do síndico e condômino!

Somente uma administradora de condomínio como a Verti para CONECTAR O SEU CONDOMÍNIO ÀS MELHORES SOLUÇÕES. Investimos em tecnologia para facilitar a vida de todos os envolvidos no empreendimento desde a construtora, passando pela equipe administrativa do condomínio e moradores.

Ainda não baixou o nosso APP? Baixe já e descubra como a gestão financeira do seu condomínio será mais eficiente e produtiva.

 

Crise hídrica: veja como economizar energia e água no condomínio

Com a chegada dos meses mais secos do ano, os reservatórios de água atingem seus níveis mínimos. Nesse momento, começa a se falar sobre a crise hídrica e como ela pode afetar municípios e moradores.

Na capital e na região metropolitana, todos os reservatórios estão em déficit, exceto o sistema São Lourenço, que entrou em atividade há três anos.

Segundo Pedro Luís Côrtes, professor da pós-graduação em Ciência Ambiental da USP, a previsão é que em 2022 falte água nas casas da grande São Paulo.

No entanto, não é preciso esperar mais um ano para acompanhar as consequências da crise hídrica. A previsão de chuva para os próximos meses não é muito animadora.

Por que fazer sua parte para contornar a crise hídrica em São Paulo?

Os efeitos da crise hídrica são inevitáveis, mas podem ser amenizados. Para isso, cada pessoa deve fazer a sua parte – que começa em casa.

Devemos lembrar que, além das consequências ambientais, a crise também é sentida no bolso dos brasileiros. As contas de água e luz costumam aumentar bastante neste período.

Buscando auxiliar neste processo, separamos 10 dicas fundamentais para aliviar a crise.

O que fazer para economizar água?

1. Tome banhos rápidos

Tomar banho pode ser uma delícia, mas durante uma crise hídrica os banhos demorados são um ponto de atenção. Um banho de 15 minutos, por exemplo, chega a gastar 135 litros de água.

O ideal é tomar banhos de cinco minutos, ou então fechar o chuveiro para se ensaboar e voltar a abri-lo apenas para enxaguar o corpo. Dessa forma, o tempo de vazão de água diminui e o gasto pode ser quase dois terços menor.

2. Desligue a torneira para escovar os dentes

Ao escovar os dentes, a torneira só precisa ser ligada para molhar e enxaguar rapidamente a escova.

Mantê-la aberta durante toda a escovação pode gastar até 12 litros de água. Outra alternativa é usar um copo com água para controlar o consumo. A torneira desligada também vale na hora de ensaboar as mãos e lavar o rosto.

3. Lave mais roupas de uma vez

Utilizar a máquina de lavar várias vezes na semana pode gastar uma quantidade absurda de água – além de salgar sua conta. Procure acumular as roupas e lavá-las todas de uma vez.

4. Feche a torneira ao lavar a louça

Lavar a louça é outra atividade que gasta muita água, especialmente porque temos o costume de fazer o enxágue aos poucos, abrindo a torneira várias vezes durante o processo.

Para economizar água, você pode ensaboar todos os utensílios e depois enxaguá-los de uma vez, abrindo a torneira apenas neste momento.

Para as sujeiras mais pesadas, você pode ferver um pouco de água para limpá-las, ao invés de esfregá-las sob a torneira aberta.

5. Use descargas com válvula de duplo acionamento

Atualmente, as descargas de duplo acionamento permitem economizar no seu banheiro. A quantidade de água utilizada será menor.

6. Fique de olho nos vazamentos

Muitas vezes a conta de água vem alta e culpamos o uso rotineiro. Entretanto, o problema pode ser um vazamento mais sério, ou uma infiltração.

Alguns sinais de que algo está errado no seu encanamento são goteiras e pintura com bolhas ou manchas. Fique atento e, na dúvida, chame um profissional.

Como economizar na energia elétrica?

A energia elétrica da maior parte da população brasileira vem das usinas hidrelétricas, onde a força da água é transformada.

Tomar atitudes que economizem energia também é uma forma de lidar com a crise hídrica.

7. Use lâmpadas de LED

A época das lâmpadas comuns e fluorescentes já passou. Atualmente, é mais que comprovado que as luzes de LED chegam a economizar até 80% de energia.

Além disso, as de LED duram mais, emitem menos calor e têm uma eficiência muito maior que as demais.

8. Use eletrodomésticos mais eficientes

Aparelhos antigos só servem para decoração vintage – e desligados! Os eletrodomésticos de hoje em dia estão cada vez mais potentes e eficientes, principalmente porque gastam menos e operam mais.

A eficiência pode ser conferida nos selos oficiais do INMETRO.

Não está usando? Desligue!

Essa regra é simples, e vale para quase tudo – exceto aparelhos que precisam ficar sempre ligados, como o fogão e a geladeira.

Tirando isso, desligue tudo o que não estiver usando. Modos de descanso e stand-by também gastam energia, tire tudo da tomada sempre que possível.

9. Mantenha a geladeira longe do fogão

Geladeiras e freezers consomem mais energia no resfriamento quando ficam próximos a fontes de calor, como fogões e fornos. Não à toa, nos dias mais quentes, você tem a opção de alterar a potência dos refrigeradores.

Na hora de planejar sua cozinha, mantenha esses aparelhos separados por alguns metros.

10. Deixe a luz entrar!

Abra as janelas ao acordar e mantenha-as assim durante todo o dia. Procure acender as luzes da casa apenas quando o sol já se pôs.

Essas dicas podem fazer toda a diferença para o seu bolso e para o planeta. Coloque-as em prática e veja a diferença de economia que você terá em suas despesas.

 

10 dicas para contratar uma administradora de condomínios

Contratar administradora de condomínio é um processo que exige muita cautela. Se o síndico não tomar os devidos cuidados e escolher uma empresa sem preparo, pode gerar grandes prejuízos a sua administração. Para não correr esse risco, preparamos 10 dicas para escolher a administradora certa.

A rotina administrativa de um condomínio costuma ser muito complexa e desgastante. Além disso, há uma gama de responsabilidades que precisam ser atendidas.

Por exemplo, atualização de documentos, pagamentos de funcionários e controle das finanças; tudo precisa ser gerenciado. Isso sem contar as rotinas de manutenção do prédio.

Por esse motivo, muitos síndicos, conselhos e moradores preferem delegar essas tarefas para empresas especializadas em gestão condominial. Então, surge a necessidade de contratar a administradora de condomínio.

De fato, há muitas opções no mercado. No entanto, grande parte não dispõe de preparo suficiente para oferecer uma gestão de qualidade. Dessa forma, acabam gerando prejuízos.

Assim, para que você não corra riscos ao contratar uma administradora de condomínios, fizemos esta lista.

São 10 dicas que você precisa se atentar para fazer a melhor escolha para o seu condomínio. Vamos conferir!

#1 – Verifique tempo de atuação e experiência no mercado

Empresas que oferecem um serviço de qualidade conseguem manter-se no mercado por mais tempo. Dessa forma, o período de atuação é um bom indicador de excelência.

#2 – Solicite ficha cadastral, sócios e antecedentes criminais

É muito importante conferir os antecedentes de qualquer prestadora de serviço, bem como seus sócios. Isso manterá seu condomínio longe de problemas judiciais.

#3 – Solicitar referências comerciais

Converse com quem já teve ou tem contratos com a empresa. O que os antigos clientes da administradora de condomínios que você quer contratar falam sobre essa empresa? E os fornecedores?

É possível, ainda, entrar em contato com colegas síndicos e conselhos de outro prédio.

#4 – Analise a formação profissional

Qual é o nível de formação do quadro de profissionais que estão oferecendo o serviço de administração de condomínios? Quais cursos ou capacitações eles participaram? Estão em constante aprendizado?

Com efeito, esse é um aspecto que pode indicar o comprometimento de uma empresa com os seus clientes.

#5 – Verifique se ela possui a certificação PROAD

O PROAD (Programa de Autorregulamentação da Administração de Condomínios) é uma certificadora de empresas que administram condomínios.

A organização é responsável por indicar quais empresas estão qualificadas para oferecer o serviço. Assim, aquelas que apresentarem bons resultados, após uma rigorosa auditoria, recebem um selo identificador.

Além disso, para que uma empresa mantenha o selo, é necessário passar por inspeções periódicas.

As certificações são auditadas por uma organização internacional de certificação, a Bureau Veritas.

Desse modo, esse selo é um ponto importante que você deve observar ao contratar uma administradora de condomínios.

#6 – Conheça a tecnologia e sistemas utilizados

Hoje, existe grande número de ferramentas que facilitam a gestão do condomínio. Permitem que o síndico controle tudo e dê maior transparência ao seu mandato. Além de oferecem aos moradores a possibilidade de acompanhar tudo que acontece na administração do síndico e conforto na contratação de prestadores de serviço.

Dessa forma, verifique se a administradora possui um portal ou APP e quais tecnologias ela usa. Sem dúvida, será um fator importante para uma gestão muito mais eficiente.

#7 – Elaborar contrato de administração claro e minucioso

Ao estabelecer um contrato com qualquer empresa, é importante que ele detalhe os serviços contratados e as responsabilidades.

Se há custos extras ou despesas não contempladas. Tudo deve estar definido ou previsto em contrato.

#8 – Verifique o suporte oferecido na área jurídica

A maior parte das funções de gestão para condomínios requer o apoio jurídico. Esse respaldo é fundamental em questões contratuais com cliente, prestadores de serviço e funcionários.

Por isso, é muito importante contratar uma administradora de condomínios que ofereça suporte técnico jurídico de qualidade. Assim, ao buscar referências sobre a empresa, dê atenção especial a esse ponto.

#9 – Avalie a melhor forma para administrar recursos financeiros

Contratar uma administradora de condomínio não isenta a responsabilidade de síndicos, conselhos e moradores. Mesmo após escolher a administradora, é necessário discutir e participar de questões importantes.

Entre essas está, sem dúvida, a administração dos recursos financeiros. É preciso uma participação ativa para decidir a melhor forma de aplicá-los. Essa é, pois, uma decisão que só quem conhece o condomínio pode tomar.

#10 – Visite a sede da empresa

Independentemente da forma pela qual foi feito o contato (telefone, mensagem ou conversa com representante), visite a sede da empresa. Marque uma reunião e converse com os profissionais que prestarão o serviço.

Essa será uma boa oportunidade para observar o nível de organização da empresa e a postura dos funcionários que lá trabalham.

Conclusão

Após essas 10 dicas, a escolha de uma administradora de condomínios confiável será mais fácil. No entanto, se você não quer perder tempo pesquisando e procurando uma administradora, conte com a Verti.

Somos uma administradora com mais de 25 anos no mercado e certificada pelas principais entidades do setor. Estamos a sua disposição para realizar uma administração eficiente e de qualidade. Entre em contato agora com um de nossos especialistas.

Inadimplência em condomínios: principais problemas quando ela aumenta

A inadimplência em condomínios é um dos assuntos que mais tira o sono do síndico, pois além de prejudicar o fluxo de caixa do condomínio, pode gerar desgastes entre ele, o inadimplente e os outros condôminos.

Sem dúvida alguma é um dos principais problemas na administração condominial.

A particularidade nesse caso é que os condomínios não têm fins lucrativos, isso significa dizer que tudo o que é arrecadado é para a quitação das despesas.

Por isso, faz-se necessário a arrecadação da cota condominial em dia.

Uma vez que o percentual de inadimplência é elevado, os problemas financeiros aparecem.

Além disso, quando a questão não é bem administrada, é comum surgirem desgastes e conflitos entre as partes.

O assunto é delicado, mas necessário paciência e bom senso para conduzir a situação.

Cabe ao síndico, jogo de cintura e um bom controle dos gastos do condomínio.

Acompanhe a leitura e saiba quais são os principais problemas quando a inadimplência aumenta e o que pode ser feito para resolver a situação da melhor maneira possível.

Quais são as principais causas da inadimplência da cota condominial?

A maioria das pessoas que estão em situação de inadimplência não estão inseridas nesse contexto porque querem. Geralmente isso ocorre por motivos de desemprego ou de diminuição da renda.

É importante procurar identificar qual é o tipo de devedor e, a partir daí, tratar individualmente cada caso.

Se for uma situação de inadimplência momentânea, um acordo amigável geralmente resolve a situação.

Mas há também os descompromissados que se endividam “por esporte”, vamos dizer assim.

Fazem isso com frequência. O condomínio é só mais um credor numa lista imensa de credores que esperam a boa vontade dessas pessoas honrarem seus compromissos atrasados.

Neste caso, uma proposta de acordo amigável talvez não seja o suficiente para resolver o problema. Sendo assim, outras medidas poderão ser tomadas (tudo dentro da lei, é claro), como veremos no decorrer deste artigo.

Quais são as consequências da inadimplência em condomínio?

Quando a inadimplência extrapola o limite aceitável estipulado no orçamento do condomínio, alguns problemas surgem. Os mais comuns são:

  1. Prejuízo no fluxo de caixa. Vale ressaltar que a fonte de receita do condomínio é o valor pago pelos condôminos através das cotas condominiais;
  2. Aumento da cota condominial para os condôminos adimplentes, com o intuito de cobrir a insuficiência de caixa;
  3. Consumo do fundo de reserva condominial para cobrir o saldo deficitário;
  4. Manutenções preventivas podem deixar de ser realizadas e apenas as corretivas são feitas. Ou seja, por conta dos recursos escassos, o patrimônio deixa de ser cuidado de maneira preventiva e passa a ser restaurado apenas no momento em que se torna quase obsoleto;
  5. Desgastes e atritos com o inadimplente.

E quando esses problemas surgem, o que fazer?

O que fazer para resolver o problema da inadimplência?

A melhor maneira de resolver o problema da inadimplência condominial é o diálogo.

É necessário conscientizar o inadimplente com relação às consequências que o não pagamento da cota condominial traz ao condomínio e aos condôminos.

É importante sempre buscar a conciliação entre as partes, e, se for possível, convergir em um acordo amigável para resolver o problema da inadimplência.

O síndico deve evitar se indispor com o devedor, por isso, cobranças em público não devem acontecer de maneira nenhuma.

Da mesma forma, colocar os inadimplentes em uma lista e divulgar aos demais condôminos. Isso vai aumentar ainda mais o problema.

Afinal, o que fazer quando o diálogo não for suficiente para resolver o problema da inadimplência?

Quando a conversa não for suficiente para resolver o problema da inadimplência, outras medidas podem ser tomadas como, por exemplo, a cobrança extrajudicial e o ajuizamento da dívida.

O ajuizamento da dívida ou cobrança judicial também é viável, mas deve ser a última das possibilidades, tendo em vista que é mais um custo para o condomínio.

Além disso, tende a desgastar ainda mais a relação entre credor e devedor.

O que o síndico pode fazer para contribuir na redução da inadimplência em condomínios?

O síndico deve adotar duas principais medidas.

Em primeiro lugar, manter um bom controle das finanças do condomínio. Para isso, ele deve usar o App/portal da Verti. Nele há uma área de finanças com recursos que permitem o síndico acompanhar mensalmente a saúde financeira do condomínio.

São recursos fáceis de utilizar e que possibilitam a verificação de como andam as contas do condomínio. Saiba mais em nosso artigo sobre o Portal de gestão condominial da Verti Administradora.

Em segundo lugar, ter uma postura conciliadora. Ele deve conscientizar os condôminos inadimplentes da importância de manter o pagamento da cota condominial em dia. Além disso, buscar sempre a conciliação amigável entre condômino e condomínio, com vistas a solucionar o problema da melhor maneira possível.

Como economizar na iluminação do seu condomínio durante a bandeira vermelha

A bandeira vermelha sinaliza o aumento do valor da energia elétrica. Está em vigor desde junho e será mantida no mês de julho. Ela influencia diretamente nos valores da sua conta de energia.

Contudo, existem alguns hábitos e cuidados que ajudam no controle do consumo excessivo de energia elétrica. Porém, é claro, requerem a conscientização e a participação de todos os envolvidos.

Especialmente nos condomínios onde as contas de energia elétrica normalmente são altas. Com o aumento das tarifas na bandeira vermelha, os custos serão maiores.

Por esse motivo o condomínio, deve tomar providências para amenizar o impacto das novas tarifas.

Para isso, o trabalho e esforço conjunto é indispensável. Ele envolve os moradores, síndicos e demais colaboradores do condomínio.

Mas como fazer isso de uma maneira efetiva? Abaixo, confira algumas dicas de como conter os altos gastos do condomínio na fatura de energia elétrica.

Crise hídrica leva à bandeira vermelha e ao aumento da conta de energia elétrica

Para entendermos o aumento das tarifas e a bandeira vermelha, antes de tudo é preciso entender a crise hídrica. Ela é a principal responsável pelo aumento dos valores da sua conta.

Os meses de maio, junho, julho e agosto são, normalmente, mais secos. Isso se deve ao fato de coincidirem com o outono e inverno no hemisfério sul.

E, neste ano, elas se intensificam pelo fenômeno La Niña, que promove baixas temperaturas e secas.

A geração de energia elétrica, no Brasil, dá-se em sua maior parte pelas usinas hidrelétricas.

Com a baixa dos reservatórios, elas não dão conta de produzir a energia necessária. Como resultado, é preciso utilizar outras fontes geradoras de energia. Por exemplo, geração de energia a gás, carvão e combustíveis.

Em suma, o processo fica mais caro e reflete nos [índices de preços ao consumidor].

O que é a bandeira vermelha?

É uma forma de repassar ao consumidor o aumento do valor da produção e distribuição de energia. A conta passa a ser diretamente proporcional ao custo de geração.

Existem três bandeiras: verde, amarela e vermelha. A primeira possui as menores tarifas. A última, as maiores. Elas são periódicas e variam entre si.

Segundo a ANEEL, Agência Nacional de Energia Elétrica, isso objetiva transparência com o consumidor. Afinal, é uma maneira de mostrar quando ele vai pagar mais.

Atualmente a bandeira vermelha está valendo em todo o país. Isso, então, torna imprescindível que se busque maneiras de controlar o consumo de energia.

Em caso contrário, o valor da fatura pode saltar às alturas. Com grande impacto ao bolso e ao orçamento da população.

Mas, como conter os gastos e amenizar o aumento dos valores da energia elétrica nos condomínios?

O síndico ou administradora de condomínios podem adotar algumas ações. Elas vão desde campanhas de conscientização até atitudes práticas. Veja abaixo, alguns exemplos.

O que fazer para economizar energia elétrica no condomínio durante a bandeira vermelha?

Confira algumas dicas de como controlar a fatura de energia elétrica nos condomínios.

1. Use lâmpadas LED

A primeira medida para economizar na conta de luz no condomínio refere-se às lâmpadas.

Primeiro, verifique quais espaços precisam de luz artificial no ambiente. Por exemplo, o saguão de entrada, a garagem e os elevadores. Também, os corredores, escadas de emergência.

Depois, considere usar lâmpadas LED nestes ambientes. Elas rapidamente retornam o investimento, pois consomem menos energia. São excelentes alternativas durante o período de bandeira vermelha.

Além disso, é possível encontrá-las em versões de luzes mornas (âmbar) e não apenas as brancas. O que traz conforto e, simultaneamente, promove economia.

2. Tenha orientação de um especialista na distribuição de lâmpadas;

Sabia que o tamanho de espaços influencia no posicionamento das lâmpadas e, também, na distribuição delas?

Por isso, considere, chamar um profissional especializado em iluminação para uma avaliação.

Ele analisará se as luzes estão bem distribuídas e se estão nas quantidades e disposição corretas.

3. Instale sensores para evitar luzes ligadas o dia inteiro

Não há nenhuma razão para manter as luzes ligadas o dia inteiro. Afinal, atualmente contamos com tecnologias como os sensores de movimento.

Eles detectam a presença de uma pessoa em um ambiente por meio do movimento dela. Dessa forma, liga a luz automaticamente.

Note como isso é importante para economizar energia durante a bandeira vermelha. Não só durante esse período, mas, também, no ano todo!

Por isso, instale sensores. Eles ajudarão em muito na economia da conta de energia.

Lembre-se, evite luzes ligadas por longas horas. Principalmente se não houver pessoas no local.

4. Aproveite a luz natural

Por fim, aproveite a luz natural no seu condomínio. Não faltam motivos para você apostar na luz solar sempre que puder. Ela é confortável e, ainda, evita gastos.

Mas como fazê-lo? Para isso, por exemplo, deixe as cortinas da recepção e salão de festas, abertas. Isso vale para outros espaços, igualmente.

Ainda, considere as cores das paredes. Para esses locais, aposte em paredes internas claras, que ajudam a refletir a luz.

5. Envie comunicados ao condôminos

O administrador do condomínio deve enviar informativos aos condôminos sobre o período da bandeira vermelha. Nem todos estão atentos a ela.

Sobretudo orientar para as boas práticas que colaboram para economizar na conta de luz.

Por exemplo:

  • apagar as luzes ao sair de um cômodo,
  • manter aparelhos desligados quando não utilizados,
  • diminuir o tempo de banho,
  • juntar mais roupas ou louça para acionar a máquina e evitar o desperdício.

De maneira geral, são atitudes que farão uma grande diferença na economia de energia.

Conclusão

Como vimos ao longo desse artigo, existem formas de economizar na conta de luz durante a bandeira vermelha. Não só nela, mas no ano todo!

Mesmo com o aumento das tarifas, é possível adotar práticas para evitar aumento de gastos no condomínio. Requerem iniciativa, conscientização e esforço conjunto.

Se o seu condomínio tem dificuldades para implementar ações de redução de gastos, fale com a equipe da Verti. Podemos ajudá-lo a ter uma administração condominial eficiente e profissionalizada.

 

Principais leis em condomínios residenciais

“O seu direito termina onde começa o do outro”. O ditado, mesmo um pouco diferente da sua versão original, faz bastante sentido, especialmente quando se trata da vida em condomínios.

Viver em condomínio tem inúmeras vantagens, porém é preciso estar atento às leis, tanto para uma boa convivência com outros moradores, quanto para saber se a administração está fazendo um bom trabalho.

A resolução de conflitos se torna mais fácil quando as partes envolvidas conhecem seus direitos e obrigações.

Neste artigo, vamos apresentar as principais leis que se aplicam a condomínios residenciais e as consequências diante do descumprimento delas.

Constituição Federal

A Constituição é a lei mais importante do nosso ordenamento jurídico. Apesar de não trazer em seu texto questões específicas sobre condomínios, ela regula direitos fundamentais como propriedade, moradia, privacidade e dignidade das pessoas humana, dentre outros.  Elas são aplicáveis aos moradores de um condomínio.

Código Civil

O Código Civil (Lei n.º 10.406/2002) é a principal lei que regula os condomínios e a vida nele. A lei trata de questões como fração ideal, cotas condominiais e administração do condomínio.

Mas, além disso, traz de forma específica os direitos e deveres tanto dos moradores quanto do síndico, além de questões como pagamento de multas, juros, eleições de síndico, barulho, etc.

Portanto, é importante que todos, especialmente síndico, conheçam pelo menos essa parte do Código Civil.

Lei n.º 4.591/64

Essa lei dispõe sobre o condomínio em edificações e as incorporações imobiliárias. Ainda está em vigor, porém muitos de seus artigos foram derrogados pelo Código Civil.

Contudo, continua sendo um dispositivo relevante para a vida em condomínio. Entretanto, vale ressaltar que, apesar de poder complementar o Código Civil, os dispositivos dessa lei não podem se sobrepor a ele.

Portanto, diante de dois posicionamentos distintos, prevalece o do Código Civil.

Outras leis

Há leis que, apesar de não tratarem especificamente de condomínios, trazem situações que podem ser aplicadas como é o caso, por exemplo, do Decreto-Lei n.º 3.688/41, que traz em seu Artigo 42 o crime de perturbação do sossego alheio.

Ainda, as chamadas Leis do Silêncio, que são de competência municipal e outras leis que instituem taxas, trazem regras de acessibilidade, código de obras, etc.

Essas leis variam de acordo com cada região, mas devem ser obedecidas por todos os condomínios.

Documentos essenciais para o bom funcionamento do condomínio

Para que o condomínio funcione de maneira adequada, são necessários alguns documentos, que devem ser entregues a cada novo condômino. Esses documentos são a convenção do condomínio e o regimento interno.

Embora não possam ser considerados leis em condomínios residenciais, esses documentos trazem as regras do condomínio e as regras de convivência entre os condôminos.

[São uma espécie de norma interna, que devem ser cumpridas por moradores.]

Porém, é importante destacar que essas normas não podem estar em desacordo com as leis anteriormente citadas.

Não podem, por exemplo, expor os condôminos a situação constrangedoras, interferir no direito individual dentro de sua própria residência ou cobrar multa e juros em valor acima do permitido por lei.

Convenções e regimentos devem sempre estar em acordo com a lei. Porém, o que muitas pessoas não sabem é porque ambos os documentos são necessários e qual a diferença entre eles.

Diferenças entre convenção do condomínio e regimento interno

A convenção do condomínio é o documento que estabelece as regras gerais do condomínio.

Informações sobre valores de cotas, incidência de multas, juros e correção monetária, eleição, duração do mandato, reeleição do síndico e dos conselhos devem constar nesse documento.

Já o regimento interno define as normas de conduta e convivência dos condôminos e, também, entre os funcionários e colaboradores.

Horário limite para entregadores subirem às unidades, regras sobre animais de estimação, horários de funcionamento das áreas comuns e de lazer, dentre outras, são informações que pertencem ao regimento interno.

Livro de atas

É importante manter o registro das atas, pois existem decisões e regras que são estabelecidas durante as assembleias e que não constam nem na convenção, nem no regimento interno.

Assim como a convenção do condomínio e o regimento interno, as decisões tomadas em assembleias também não podem se sobrepor ou contrariar o ordenamento jurídico do país.

Conhecer as leis e normas é importante!

Um condomínio é uma propriedade particular coletiva. Para isso, requer o equilíbrio entre direitos e deveres daqueles que vivem nele.

Não é algo fácil. Também não é uma obrigação exclusiva do síndico. Depende muito mais dos condôminos.

A vida em condomínio é repleta de situações que causam divergências ou discordâncias entre as pessoas. Contudo, em muitas delas, pode-se evitar os conflitos desnecessários se todos observarem seus direitos e deveres.

 

Administradoras de condomínios que não contribuem e só cuidam de burocracia. Não caia nessa!

Durante uma reunião de assembleia, o síndico é questionado sobre uma decisão “x” ao invés de optar por “y”. Os condôminos não concordavam com a decisão tomada. Ao tentar responder os questionamentos, o síndico pede para o representante da administradora complementar a explicação da decisão. O que ele diz: “Fizemos o que o síndico pediu”.

Na época, o síndico havia consultado a equipe da administradora antes de tomar a decisão. E foi orientado a tomar a decisão “x”.

O que aconteceu ao fim da assembleia? Ele rompeu com a administradora. Viu que não havia comprometimento e parceria.

Diante disso, qual é o papel das administradoras de condomínios na gestão do síndico? Ficar só na parte burocrática, administrando o básico, o necessário, e deixar o síndico na mão quando ele precisa?

Pagamentos em dia e pastas organizadas não são suficientes para considerar que uma administradora é boa.

Neste artigo queremos demonstrar o que uma verdadeira administradora deve ter para de fato contribuir com a gestão do síndico.

Principais funções das administradoras de condomínios

As funções que relacionamos a seguir são no mínimo básicas para uma empresa que se propõe administrar um condomínio:

  • preparar assembleias;
  • cuidar das contas a pagar;
  • emitir e distribuir comunicados;
  • gerenciar os recursos financeiros;
  • realizar cobrança de inadimplentes;
  • administrar encargos sociais e trabalhistas;
  • gerenciar os processos dos funcionários de admissão, férias e demissões;
  • Atendimento aos moradores, com fornecimento e esclarecimento de dúvidas sobre eventuais problemas administrativos;
  • Supervisão e controle sobre os mandatos do síndico e do conselho consultivo;
  • Monitoramento junto ao síndico sobre espaços e áreas comuns do edifício, gerindo qualquer planejamento de mudanças;
  • Administração sobre o CNPJ, CCM e Certificado Digital do condomínio garantindo atualização e regularização sobre eventuais questões jurídicas;
  • Transcrição das atas do livro administrativo para documentos reconhecidos em cartório

Além disso, o suporte direto ao síndico é imprescindível. Da mesma forma, tirar dúvidas dos condôminos sempre que for acionada.

Não basta fazer uma listinha de moradores e gerar boletos.

Uma administradora tem que ser completa em ferramentas, estratégias e eficiência.

A qualidade de atendimento

Este assunto é um destaque à parte. Se logo no início não há um bom atendimento, esqueça! Não vai melhorar.

O atendimento bem-feito é aquele em que há vários canais de comunicação e que sejam eficientes. Assim como não deixar o condômino tanto tempo esperando ou sem resposta.

De que adianta oferecer telefone, e-mail, WhatsApp, chat, portais, apps, se a pessoa que está do outro lado para atender “não atende”?

Ter uma equipe bem preparada, preocupada em solucionar dúvidas e problemas é um diferencial para uma empresa que trabalha com gestão de pessoas.

Destacamos os seguintes pontos:

  • respostas objetivas;
  • comunicação clara e direta;
  • prioridade na relação humana;
  • funcionários treinados e facilitadores;

Com a pandemia ainda causando restrições e problemas de convivência, esta relação deve ser a mais empática possível. Sobretudo pela angústia e a situação de ficar “preso” em casa. Não é fácil.

Se houver um mau atendimento por parte da administradora, priora mais ainda.

Empresas atualizadas e que usam tecnologia

Outro ponto importante, são administradoras de condomínios modernas e bem desenvolvidas tecnologicamente.

Uma administradora que investe em tecnologia de ponta e inovação para um atendimento simples e confiável, proporciona agilidade e eficiência.

Ou seja, otimiza tempo e energia do síndico e moradores. Assuntos tal qual comunicados, convenção, regimento interno, pastas digitalizadas, classificados, etc., precisam ser acessíveis a qualquer morador registrado.

Ainda é possível obter vantagens para o condomínio com conveniências. Veja como em nosso artigo: Você já conhece as conveniências do Portal da Verti?

Como avaliar se administradora vai realmente contribuir com a gestão do síndico

Quando o síndico ou moradores pesquisam no mercado as administradoras de condomínios em sua região, acabam se deparando com algumas opções. Contudo, como saber se elas realmente vão prestar um serviço de qualidade?

Antes de tudo, é importante verificar se elas são empresas credenciadas no PROAD, SECOVI-SP e AABIC. Isso é premissa para ter a garantia de que os processos e atendimento são auditados e seguem um padrão de qualidade.

Além disso, é importante se atentar em:

  • quais as tecnologias apresentadas? O aplicativo é de fácil manuseio?
  • quais são as referências que ela apresenta?
  • qual a formação da equipe que vai te auxiliar?
  • quanto tempo tem de experiência no mercado?
  • o contrato de prestação de serviços vem de forma detalhada?
  • há algum protesto, negativação ou processo judicial contra ela?
  • como é o suporte técnico administrativo (planejamento, previsão orçamentária, avaliação de despesas)?
  • existe uma consultoria jurídica para dar assistência em diversos assuntos, especialmente na parte trabalhista?

 

Estas perguntas são apenas uma ideia inicial do que você precisa ficar atento quanto a qualidade e eficiência da empresa.

Conclusão

Cuidado com as administradoras que só querem cuidar da burocracia, não contribuem e esquecem do atendimento. A principal função do síndico é dar apoio e suporte ao síndico. Contudo, ela também deve contribuir em melhorias, antecipar problemas e direcionar as soluções.

Afinal de contas, ela é uma empresa especializada, lida com diversos empreendimentos e tem vivência em diversas situações.

Analise bem antes de contratar a sua administradora. Verifique referências e procure saber como é o atendimento dela. Isso já será um bom ponto de partida para uma boa contratação. Para lhe ajudar, veja nosso artigo: Atribuições da administradora de condomínios: quais serviços são de sua responsabilidade?

 

Assembleia virtual volta a ser recomendação na fase emergencial: conheça esse recurso no Portal da Verti.

A assembleia virtual volta a ser tema nos condomínios em São Paulo em razão da fase emergencial implementada pelo governo paulista! As restrições estão mais rígidas e isso afeta diretamente todos nós.

Dentre as restrições estão qualquer tipo de atividade em recintos fechados. Nesse ponto em específico, temos as assembleias condominiais.

Quais as orientações e como deve ser feita?

As recomendações para a assembleia virtual em condomínios

Uma circular da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic) recomenda a realização de uma assembleia virtual até o final da fase vermelha.

Pede que qualquer assembleia presencial seja suspensa ou reagendada até passar este momento crítico. Se for muito necessária, que se faça uma assembleia virtual para não ocorrer nenhuma possibilidade de aglomeração.

Quais os procedimentos para uma assembleia virtual?

Antes de tudo, o uso da assembleia virtual é um recurso tecnológico que colabora com a questão da saúde pública.

Sendo assim, existe todo um processo para esta realização e que os condomínios devem se atentar. Apesar de não ter uma padronização, há alguns passos essenciais a serem adotados. Vejamos:

  • pauta mais curta;
  • informação de como acessar a plataforma;
  • explicação de uso da ferramenta para o voto;
  • garantia de acessibilidade a qualquer condômino;
  • convocação clara dizendo que a assembleia é virtual;
  • esclarecimentos de dúvidas sobre o sistema (login, senha, registro, apuração etc.).

Como funciona a assembleia virtual no Portal da Verti

A Verti disponibiliza este recurso aos clientes em seu portal. O painel de início tem um design simples, fácil e bem agradável.

Todos os botões com seus devidos temas estão bem apresentados e de fácil localização.

Um quadro de acesso rápido fica à disposição logo na abertura para os assuntos mais acessados, entre eles o da “assembleia online”.

assembleia-virtual-tutorial-telaApós clicar em “Assembleia online”, o condômino deve concordar com os termos, colocar a data do evento e se inscrever.

Lembrando que os condôminos que se encontrarem em inadimplência não terão acesso.

Assembleias agendadas

Após a inscrição, outro quadro se abre e logo na parte superior você vê os botões de acesso, sendo eles:

  • Ordem do dia: constam todos os assuntos a serem discutidos durante a assembleia;
  • Discussão: você pode se manifestar sobre os assuntos e tirar dúvidas;
  • votação: onde você vota e efetivamente participa das decisões do condomínio;
  • encerramento: aparecerá o resultado da votação.

assembleia-virtual-tutorial-tela-2E ainda, para melhor auxiliar o condômino na assembleia online é disponibilizado (caso seja necessário) um quadro com material de apoio que pode conter vídeo ou apresentação.

E caso o morador não tenha um desktop ou notebook, a Verti disponibilizou um app com versões para Android e IOS. É só baixar o aplicativo e seguir o mesmo caminho.

Além de todos estes recursos, é possível também incluir, na própria plataforma, um link para debates via Zoom, caso o condomínio assim deseje. Feitos os debates, a votação pode ser feita pela própria plataforma Verti, garantindo o perfeito controle da apuração dos votos.

As assembleias são gravadas e todos os participantes são identificados através de seus IP´s.

A Verti, desta maneira, demonstra que está preparada e atualizada com todas as normas, regras e orientações para conduzir uma assembleia virtual com a devida segurança administrativa, jurídica e digital.

Quer saber mais sobre como utilizar nossa plataforma? Disponibilizamos materiais de apoio e suporte para síndicos e condôminos usarem nossas soluções com total segurança. Baixe nosso tutorial sobre assembleia online e saiba mais como usar essa ferramenta.